Pelo menos um morto e dezenas de feridos e desaparecidos após sismo no Japão
Segundo avançou a agência de notícias nipónica Kyodo.
Segundo avançou a agência de notícias nipónica Kyodo.
Terramoto na Indonésia foi o que provocou mais mortes, mas o do Japão foi tão forte que até deslocou a ilha principal de Honshu. No sismo que se deu na Rússia, em 1952, curiosamente não houve registo de mortos... apenas o desaparecimento de seis vacas.
As câmaras de videovigilância captaram um urso a entrar, esta terça-feira, numa zona residencial em Fukushima, no Japão.
Há centrais que já não vão ser desligadas e muitos planos para construir novas. Os entraves? São caras e os prazos de construção têm derrapado - anos. A partir de uma delas, um português explica que não há razão para medo desta energia: há equipas de bombeiros em permanência e armazenamento à prova de sismos e quedas.
O plano prevê que as duas unidades da central, localizada na província de Cáceres, junto ao rio Tejo e a cerca de 100 quilómetros da fronteira com Portugal, deixem de operar até outubro de 2028.
Com a crise energética a comprometer a soberania europeia, Ursula von der Leyen considera que o abandono progressivo da energia nuclear um "erro estratégico". E anuncia um apoio ao investimento privado.
Incidente, tornado agora público, terá ocorrido no aeroporto de Xangai, a 3 de novembro.
Abalo foi seguido por um tsunami com ondas de 70 centímetros.
Epicentro registou-se a 80 quilómetros da costa de Aomori
A central nuclear de Kashiwazaki-Kariwa, localizada na região centro-oeste do Japão, deve receber a aprovação do governador local para a retoma das operações.
Foi um dos maiores sismos de que há registo e causou tsunamis em vários pontos do Pacífico.
O cientista é o autor de um novo livro em que aborda vários temas que geram reações fortes das pessoas, das terapias alternativas à participação das pessoas transgénero no desporto feminino. Garante que "os bons amigos" não se perdem em discussões.
A investigadora da Universidade de Oxford estuda as alterações climáticas através de dados estatísticos e está otimista: é possível tornar o planeta sustentável nesta geração.
O mapa de 2023 reconhece a soberania chinesa sobre uma série de territórios, contíguos às suas fronteiras, que são alvo da sua cobiça e fazem parte das disputas com países vizinhos há décadas.
Libertação das águas residuais tratadas no oceano começou na semana passada e deverá continuar durante décadas. Ação tem sido fortemente contestada por grupos de pesca e países vizinhos.