Ucrânia: Orbán acusou Zelensky de tentar envolver a Hungria na guerra
O primeiro-ministro ultra nacionalista disse que o Governo de Budapeste não quer financiar o esforço de guerra e "não quer pagar mais pelos recursos energéticos".
O primeiro-ministro ultra nacionalista disse que o Governo de Budapeste não quer financiar o esforço de guerra e "não quer pagar mais pelos recursos energéticos".
O primeiro-ministro húngaro acusa a Ucrânia de "chantagem" por bloquear o fornecimento de petróleo à Hungria através do oleoduto Druzhba.
Magyar disse temer que os seus adversários políticos façam circular uma versão do vídeo alterada e nega ter tido relações homossexuais (lembremo-nos de que é um conservador, pai de três rapazes menores) e ter consumido drogas.
Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.
O populismo europeu assente no tom nativista e antissistema tem dificuldade em credibilizar-se. O Chega não é exceção, mas vai tentar mitigar essa fragilidade.
"Temos que reconquistar uma Europa que é nossa, que nos pertence, e não temos medo de dizer: uma Europa cristã, porque é a Europa que construímos para nós e para as nossas crianças", defendeu no encontro dos Patriotas pela Europa, que decorre em Espanha.
O desiderato estratégico formulado por von der Leyen, em Março de 2020, de «alcançar uma proporção equitativa de 50% em todos os níveis administrativos da Comissão até ao final de 2024» deu em nada.
O Chega formaliza esta terça-feira a adesão à aliança "Patriotas pela Europa" que aspira a formar o maior grupo político de extrema-direita e direita radical no Parlamento Europeu.
Aliados europeus do Chega desvalorizam criação de novo grupo da AfD. Em reunião, o partido português apelou à oposição a Costa.
A UE já provou muitas vezes que o anúncio do seu fim foi prematuro. Em todo o caso, mãos à obra porque se faz tarde.
Menos Pacto Ecológico, menos imigração, mais direita, vários descalabros com consequências, Moscovo feliz, e uns quantos casos caricatos: até dois presos foram eleitos.
Ordem dos partidos mantém-se inalterada, mas extrema-direita e direita radical saem reforçados. Resultados já levaram a eleições antecipadas em França.
Primeiro-ministro da Hungria acusou a Comissão Europeia de Ursula von der Leyen de ter "falhado na agricultura, na guerra, na imigração e na economia".
Que Europa teremos se Le Pen ganhar as eleições presidenciais em França em 2027? E se a Le Pen, Viktor Orbán e Giorgia Meloni se juntarem outros lideres com visões semelhantes sobre o futuro da UE?
Lei da amnistia deverá ser aprovada na próxima semana, na sessão plenária do Congresso.
Péter Magyar, 44 anos, divorciou-se duas vezes: da mulher, a ex-ministra no centro de um escândalo, e do partido Fidesz a que pertenceu, e do qual se transformou no maior adversário. Conseguirá agora derrotar Orbán?