Entre o “Führer” e as saudades da URSS: Portugal perdido no túnel do tempo
Enquanto o resto da Europa discute inteligência artificial, competitividade económica e defesa comum, Portugal continua preso entre Berlim de 1938 e Moscovo de 1972.
Enquanto o resto da Europa discute inteligência artificial, competitividade económica e defesa comum, Portugal continua preso entre Berlim de 1938 e Moscovo de 1972.
Na Parada da Vitória que Estaline celebrou na Praça Vermelha, a 24 de junho de 1945, soldados em traje de gala arremessaram ante o mausoléu de Lenine os estandartes capturados aos nazis. Putin está só e teme o perigo que o céu esconde.
Em agosto de 1953, um golpe orquestrado pela CIA depôs o primeiro-ministro. As relações iraniano-americanas nunca mais se endireitaram e um outro golpe, o de 1979, instalou o “Grande Satã” como inimigo do regime xiita. O recente ataque é só a nova fase quente de uma velha guerra
O método de assassinar opositores de forma silenciosa tem mais de um século e começou nos alvores da revolução bolchevique, com um laboratório mandado construir por Lenine. Atravessou gerações e chegou até Putin. Navalny foi a última das vítimas.
A UE mostra-se "medrosa" em enfrentar o "jacaré norte-americano", mas deve fazê-lo, este ano, se quer salvar a ordem internacional. O antigo ministro da Economia lembra ainda que o excesso de petróleo atual é tal que seria possível parar a produção por três meses.
No último semestre, o português fez quatro viagens à Rússia e uma à Venezuela como membro de grupo de fact-checking ligado ao Kremlin, pagas parcialmente por entidades russas. Jornalistas acusam-no de ser “difusor ativo de narrativas” de Putin.
Associação doz que plano "parece ter feito pelos russos".
Imaginemos que Zelensky, entre a espada e a parede, aceitava ceder os territórios a troco de uma ilusão de segurança. Alguém acredita que a Rússia, depois de recompor o seu exército, ficaria saciada com a parcela da Ucrânia que lhe foi servida de bandeja?
Aí está um dos mais belos limites do mais poderoso humano hoje: Trump não pode fazer cair chuva nem fazer sol, pela manhã, com um decreto. A natureza a dar o exemplo.
Francisco “tentou resgatar o melhor da humanidade” e “aceitou discutir questões que os seus antecessores tinham dito que não eram para discutir”. Depois dele, a Igreja Católica não pode voltar a ser a mesma.
"Métodos estalinistas" e uma "investigação defeituosa". Foi com estes argumentos que a defesa francesa tentou anular o julgamento ao ator francês.
Por agora, Moscovo até pode aceitar 20% do território ucraniano, desde que a Ucrânia permaneça desarmada. Mas a traição a um eventual acordo está já inscrita no próprio acordo.
Trump não quer tropas norte-americanas e não quer a bandeira da NATO na garantia de segurança à Ucrânia. Ora, com tropas europeias a assumir esse papel, sem qualquer respaldo dos EUA, isso é o fim da NATO. Putin agradece e só terá de esperar uns anos para alargar a sua agressão. As cartas estão lançadas.
A "primeira vez que um grupo de transexuais veio ao Vaticano, saíram a chorar, comovidas porque lhes tinha dado a mão, um beijo... Com se tivesse feito algo de excecional para elas. Mas são filhas de Deus!", lê-se.
Para a nova direita radical populista, que avança numa Europa em que “o centro está a desaparecer”, a ideia económica de que o mercado resolve tudo morreu, sublinha Jaime Nogueira Pinto – e o wokismo é alimento para crescer.
André Ventura, Pedro Pinto e Ricardo Reis enfrentam várias acusações por declarações “de ódio”. À SÁBADO, Paulo Lona explica que poderão ser recolhidas provas e ouvidos arguidos. Alegadas assinaturas falsas não serão objeto de investigação.