IL aconselha Governo a perceber que Chega "não é um parceiro reformista"
Mariana Leitão disse que o Chega apresenta-se como "força de rutura, mas votou com toda a esquerda quando chegou o momento de decidir".
Mariana Leitão disse que o Chega apresenta-se como "força de rutura, mas votou com toda a esquerda quando chegou o momento de decidir".
O SNPVAC congratula-se por ter estado "na linha da frente na defesa dos seus associados e dos trabalhadores portugueses", recordando que aderiu às greves gerais.
O primeiro-ministro assegurou que o Governo "não vai desistir" de dar a Portugal "condições para que o país seja competitivo e produtivo".
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
André Ventura fez uma declaração na sede do Chega sem oportunidade para os jornalistas colocarem perguntas.
Rosário Palma Ramalho considerou que se perdeu "uma oportunidade histórica" para Portugal.
Hugo Soares justificou que, no debate de quinta-feira afirmou que a proposta iria ser aprovada, porque é "um homem de palavra", criticando André Ventura por recuar à última hora.
Proposta foi chumbada, esta sexta-feira, com os votos contra de todos os partidos à esquerda e do Chega.
"Ou aceitam proteger quem trabalha, ou aceitam corrigir a imoralidade da idade da reforma e das reformas milionárias, ou não contam connosco!", indicou.
Análise de Diana Ramos, diretora do Negócios, e de Alexandre Malhado, jornalista da SÁBADO.
CDS, IL e o PSD votaram a favor da iniciativa legislativa, que acabou por ser rejeitada.
Proposta de lei do Governo foi rejeitada na generalidade.
Madibo viu o vermelho direto e estava inconsolável com o estado do colega de profissão
A formação canadiana, que perdeu Koné para o resto do Mundial, com uma lesão na perna esquerda, assumiu a liderança do Grupo B.
Por um bilhetinho para o Mundial, os mesmos que fizeram a lei tratam de desfazê-la.a
Joana Ricarte defende que Israel tem “toda uma identidade nacional que é construída com base na perseguição histórica”, o que justifica a “capacidade de mobilização” da guerra. Além disso sem ela Netanyahu já teria, provavelmente, sido julgado por corrupção.