"Pena de morte como arma": Execuções aumentaram 78% em 2025, revela relatório da Amnistia Internacional
O Irão é apontado como o principal responsável por este aumento, tendo executado mais do dobro das pessoas do que em 2024.
O Irão é apontado como o principal responsável por este aumento, tendo executado mais do dobro das pessoas do que em 2024.
Donald Trump chegou na quarta-feira a Pequim para iniciar dois dias de conversações com o Presidente chinês.
Após o contacto inicial, que incluiu cumprimentos tradicionais e uma discussão sobre Taiwan, os dois líderes têm agendada uma visita conjunta ao Templo do Céu, um dos principais sítios históricos da capital chinesa.
Na Parada da Vitória que Estaline celebrou na Praça Vermelha, a 24 de junho de 1945, soldados em traje de gala arremessaram ante o mausoléu de Lenine os estandartes capturados aos nazis. Putin está só e teme o perigo que o céu esconde.
A lista de novidades editoriais deste quadrimestre inclui, entre outros, títulos de Leonardo Padura, Isabel Allende, Rosa Montero e Lourenço Seruya. O grupo editorial prevê lançar mais de 76 títulos, distribuídos por todas as suas chancelas.
O deputado do PCP considera que o pacote laboral está inserido num trajeto de retrocesso que tem vindo a ser feito ao longo das últimas cinco décadas com políticas de direita. Na cerimónia de celebração dos 52 anos do 25 de Abril acrescentou que o Governo e a direita pretendem esmagar os direitos dos trabalhores.
Adolescentes estão a tomar esteroides, testosterona, botox e até martelam os ossos da cara para atingir o nível máximo da sua atratividade física
A imperativa identificação e lealdade entre judeu e Estado de Israel levou a uma equivalência entre crítica à política governamental israelita e antissemitismo.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, garantiu, esta sexta-feira, que Israel vai continuar a atacar o Irão e a enfraquecer o regime, destacando a destruição de grande parte da capacidade industrial e militar iraniana.
Trump e Netanyahu mataram milhares de pessoas, asfixiaram a economia global, mas não derrotaram o regime iraniano.
“Este” Israel tem uma capacidade de manipular Trump e foi o que aconteceu. O único limite para essa manipulação, que já teve todos os resultados pretendidos, são os medos de Trump, todos eles associados com os desastres económicos que a guerra provocou, no preço do petróleo, na bolsa e na sua imagem de Capitão América que precisa de proclamar vitória na derrota.
Pessoas próximas do presidente dos EUA estão a demonstrar "arrependimento" em relação ao conflito no Irão, mas o presidente parece "eufórico" com a ideia deste ataque, que se junta ao sucesso da detenção de Maduro.
Neste universo mental, a política internacional não é um confronto entre regimes com valores incompatíveis. É uma sequência de pareceres jurídicos, notas de rodapé e interpretações doutrinárias que fazem jurisprudência gerando precedente em que a moral é relativa.
Líder Supremo do Irão morreu durante os bombardeamentos dos EUA e Israel em Teerão.
2025 revelou-se um "annus horribilis" para a fabricante automóvel liderada por Elon Musk, com as entregas a caírem 8,6% e a perda do trono nos elétricos para a chinesa BYD. Em termos financeiros o desempenho foi bem pior.
O Presidente dos EUA declara que o Direito Internacional é a sua "moralidade". A Venezuela foi só o início e a seguir vem Cuba? Regressa a teoria do "domínio do pátio traseiro". Daí não vem novidade. Mas a Gronelândia é outra coisa: os EUA de Trump não excluem atacar uma democracia aliada. Ou seja: a NATO pode atacar a NATO. O paradoxo dispensaria mais explicações