Sábado – Pense por si

Bons costumes

A parada de Putin

Na Parada da Vitória que Estaline celebrou na Praça Vermelha, a 24 de junho de 1945, soldados em traje de gala arremessaram ante o mausoléu de Lenine os estandartes capturados aos nazis. Putin está só e teme o perigo que o céu esconde.

Alfredo Maia reafirma "compromisso com os valores da Revolução inapagável"

Alfredo Maia reafirma "compromisso com os valores da Revolução inapagável"

O deputado do PCP considera que o pacote laboral está inserido num trajeto de retrocesso que tem vindo a ser feito ao longo das últimas cinco décadas com políticas de direita. Na cerimónia de celebração dos 52 anos do 25 de Abril acrescentou que o Governo e a direita pretendem esmagar os direitos dos trabalhores.

Brendan Peters, conhecido como Clavicular, a esculpir a cara
Susana Lúcio

Rapazes obcecados pela beleza

Adolescentes estão a tomar esteroides, testosterona, botox e até martelam os ossos da cara para atingir o nível máximo da sua atratividade física

A lagartixa e o jacaré

Se pararmos para pensar...

“Este” Israel tem uma capacidade de manipular Trump e foi o que aconteceu. O único limite para essa manipulação, que já teve todos os resultados pretendidos, são os medos de Trump, todos eles associados com os desastres económicos que a guerra provocou, no preço do petróleo, na bolsa e na sua imagem de Capitão América que precisa de proclamar vitória na derrota.

Automóvel da Tesla com o logótipo da marca
Negócios

Tesla vê lucros afundarem 26% em 2025

2025 revelou-se um "annus horribilis" para a fabricante automóvel liderada por Elon Musk, com as entregas a caírem 8,6% e a perda do trono nos elétricos para a chinesa BYD. Em termos financeiros o desempenho foi bem pior.

Trump troca o Direito pela sua moralidade

O Presidente dos EUA declara que o Direito Internacional é a sua "moralidade". A Venezuela foi só o início e a seguir vem Cuba? Regressa a teoria do "domínio do pátio traseiro". Daí não vem novidade. Mas a Gronelândia é outra coisa: os EUA de Trump não excluem atacar uma democracia aliada. Ou seja: a NATO pode atacar a NATO. O paradoxo dispensaria mais explicações

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