O árbitro repatriado, a 'mãozinha' de Trump e o Irão em modo 'elefante na sala': as polémicas do Mundial'2026
Competição, que pela primeira vez contou com 48 seleções, terminou este domingo não sem alguns episódios controversos.
Competição, que pela primeira vez contou com 48 seleções, terminou este domingo não sem alguns episódios controversos.
Após derrota da equipa das quinas diante da Espanha, nos Estados Unidos
Depois do adeus de Portugal à competição.
O Brasil disse adeus ao Mundial 2026, este domingo, após perder com a Noruega por 2-1. Na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, os adeptos que assistiram ao jogo não conseguiram esconder a desilusão.
Paraguai montou uma autêntica muralha defensiva.
Os monstros Messi e Ronaldo tinham de deixar a sua marca, mas o príncipe Mbappé ameaça o trono. E há ainda fenómenos como os goleadores Kane ou Haaland, os guarda-redes Vozinha e Eloy Room e também Carlos Queiroz - o treinador é o mais velho a ganhar um jogo num Mundial.
Na pior das hipóteses seguirá em frente com uma das oito melhores terceiras seleções.
Ambas as seleções conseguiram ficar apuradas. O Qatar, que jogou contra a Bósnia-Herzegovina, foi eliminado da competição.
Pepe detinha esse recorde desde o Euro2024, quando Portugal foi eliminado pela França nos quartos de final da prova, despedindo-se da seleção nacional com 41 anos e 130 dias.
Antigo Presidente da Assembleia da República, o sociólogo e salgueirista Augusto Santos Silva tem acompanhado de perto os temas que marcaram o caminho rumo ao Mundial de Futebol. Dentro e fora de campo.
Os Mundiais da Rússia e do Qatar foram "comprados"? Estes torneios assistiram à implantação definitiva da tecnologia, comprovaram a crise do futebol italiano e a previsão de que poderiam ser os palcos da despedida de Messi e Ronaldo - mas eles teimam em continuar.
Em 1994 houve Diego, mas também o Maradona dos Cárpatos e o Maradona do Deserto. E a triste história do colombiano Escobar. Já o Mundial 98 teve em Zidane o protagonista, sobrepondo-se ao brasileiro Ronaldo Fenómeno, que viveu um episódio assustador na véspera da final.
Em 1930, França, Roménia, Bélgica e Brasil chegaram ao Uruguai no mesmo barco. Muitas seleções recusaram participar porque os jogadores, amadores, não podiam faltar aos empregos. Em 1934, o Uruguai, em retaliação pelas ausências dos europeus, não viajou para Itália. Foi a única vez que um campeão mundial não foi defender o título.
Tenista português perdeu em três sets.
Jaime Faria, de 22 anos, vai disputar o torneio francês pela segunda vez, depois de se ter estreado na edição de 2025, na qual foi eliminado na primeira ronda pelo norte-americano Jenson Brooksby.