Seguro, o novo Presidente
Estivemos com António José Seguro em exclusivo no dia das eleições e contamos a sua história. E ainda: Ventura critica os "tachos", mas eles também existem no Chega; reportagem nas zonas mais afetadas pelo mau tempo.
Estivemos com António José Seguro em exclusivo no dia das eleições e contamos a sua história. E ainda: Ventura critica os "tachos", mas eles também existem no Chega; reportagem nas zonas mais afetadas pelo mau tempo.
"António José Seguro projetou uma ideia de normalidade, (...) já André Ventura optou por uma lógica divisionista, dizendo desde logo que não seria o Presidente de todos os portugueses", destaca o jornalista.
O frente a frente dos dois candidatos na corrida a Belém, Seguro vs Ventura, pode vir a ser decisivo nos resultados e, por isso, merece escrutínio. No Governo, faz-se a dança das cadeiras dos líderes hospitalares.
O diretor geral editorial adjunto da Medialivre Eduardo Dâmaso considera que António José Seguro foi muito eficaz a “neutralizar André Ventura nalgumas matérias que este utiliza para afirmar o essencial da sua proposta política”.
"O PSD não aprendeu nada com a mutação em curso no próprio sistema político eleitoral e organizou uma campanha à antiga, do século passado", disse o diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, no NOW.
A jornalista Judite Sousa afirmou no NOW que não vê com surpresa o avanço de Seguro na corrida a Belém. "A segunda mensagem que lhe pode, eventualmente, garantir a eleição presidencial daqui a três semanas, é quando ele diz que é necessário reequilibrar o sistema", disse, acrescentando: "o que ele quer dizer é que temos um Governo de centro-direita, liderado por Luís Montenegro, e precisamos de ter na Presidência da República, depois de dez anos de Cavaquismo e de dez anos de Marcelismo, um candidato de centro-esquerda". Já o diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, afirma: "Esta é uma vitória, para já, inteiramente de António José Seguro, porque decidiu avançar sozinho".
A CGTP e a UGT convocaram uma greve geral para 11 de dezembro, em resposta ao anteprojeto de lei da reforma da legislação laboral, apresentado pelo Governo.
A central sindical que o Governo procura convencer para aprovar a reforma laboral, a UGT, não representa muito mais do que 2% dos trabalhadores do privado. CGTP tem situação financeira mais sólida, mas nenhuma central publica as contas (ou aceita dar acesso). As duas mantêm contactos informais antes da primeira greve geral conjunta em 12 anos.
Eduardo Dâmaso explicou que o antigo primeiro-ministro “já criou uma série de impedimentos a mais de 50 ou 60 juízes, [...] o que fez com que ganhasse mais cinco ou seis anos até uma possível condenação”.
Os novos desenvolvimentos no caso Spinumviva e o apertar do cerca a Luís Montenegro. E ainda: a campanha para as Autárquicas em Lisboa; Rabo de Peixe: o documentário e a ameaça das drogas sintéticas.
A newsletter de quarta-feira.
Prepara-se o Governo para aprovar uma verdadeira contra-reforma, como têm denunciado alguns especialistas e o próprio Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, num parecer arrasador.
No meio do imundo mundo onde estamos cada vez mais — certos dias, só com a cabeça de fora, a tentar respirar — há, por vezes, notícias que remetem para um outro instinto humano qualquer, bem mais benigno. Como se o lobo mau, bípede e sapiens, quisesse, por momentos, mostrar que também pode ser lobo bom.
Declarações foram feitas em entrevista aos jornalistas.