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Pacote laboral. Os bastidores de sete meses de impasse

Bruno Faria Lopes
Bruno Faria Lopes 17 de março de 2026 às 07:00

Erros políticos, greve e um novo ator: como a UGT, que representa um número residual dos traba lhadores do privado, ganhou protagonismo nas negociações da reforma laboral

Quando no fim de julho passado o Governo apresentou uma proposta de reforma laboral com uma centena de alterações, de que não falara na campanha eleitoral, a surpresa foi grande – incluindo na ala laranja da confederação sindical que poderia assinar um acordo, a UGT. Ninguém informou os Trabalhadores Sociais Democratas (TSD) sobre o teor da reforma, o que criou logo à cabeça uma hostilidade forte, e unânime, na UGT.