A teia de corrupção espanhola
Em oito anos de governação, o círculo pessoal de Pedro Sánchez deixou um rasto de processos judiciais. Na lista há espaço para familiares e líderes do PSOE.
Em oito anos de governação, o círculo pessoal de Pedro Sánchez deixou um rasto de processos judiciais. Na lista há espaço para familiares e líderes do PSOE.
A Iª República acabou por constituir uma “rampa de lançamento” para a Ditadura Militar que se iniciou a 28 de maio de 1926.
A proposta de estratégia global tem de ser entregue até às 18:00 de segunda-feira, juntamente com 1.500 assinaturas e abarca o período até maio/junho de 2028.
Entre quem faz donativos partidários há quem, por razões de transparência, discorde abertamente do novo sigilo público sobre quem financia os partidos e as campanhas eleitorais. "Quando dou não me importo que digam que dou", responde Miguel Sommer Champalimaud, que apoiou o Chega. Não encontrámos quem defendesse o bloqueio à divulgação, mas muitos não responderam.
A iniciativa surge depois de a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) ter deixado de disponibilizar a identidade dos doadores dos partidos, após parecer da parecer da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA).
É do mais elementar interesse público saber quem financia os partidos que são responsáveis pelos destinos do país. Foi precisamente esta prática que permitiu revelar, por exemplo, os donativos do universo Espírito Santo às campanhas presidenciais de Cavaco Silva.
O alegado enorme estadista, que continua a ser elogiado na esquerda lusa, tem currículo mas sobretudo um cadastro que, visto do País que está a julgar José Sócrates, deveria condená-lo a, no mínimo, uma distância política higiénica.
Na semana passada, foi noticiado que, após um parecer da Comissão de Acesso aos Dados Administrativos, a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos deixou de disponibilizar a identidade dos doadores dos partidos.
Uma discreta habilidade administrativa tornou impossível saber quem compra influência nos partidos.
As jotas partidárias têm má fama, mas as escolas já ensinam os piores podres da política.
O primeiro-ministro húngaro acusa a Ucrânia de "chantagem" por bloquear o fornecimento de petróleo à Hungria através do oleoduto Druzhba.
Magyar disse temer que os seus adversários políticos façam circular uma versão do vídeo alterada e nega ter tido relações homossexuais (lembremo-nos de que é um conservador, pai de três rapazes menores) e ter consumido drogas.
A acusação tinha pedido 15 anos de prisão para Kim Keon-hee por corrupção e fraude.
No Brasil teve quase 50% dos votos e no global tem o dobro dos eleitores no estrangeiro do que Seguro. Discurso nacionalista e redes sociais explicam votação tão expressiva.
Álvaro Mendonça e Moura considera que o acordo "é globalmente positivo" para a agricultura portuguesa.