A Vergonha da Nação
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
Três antigos presidentes dos Estados Unidos e muitas celebridades estiveram presentes na inauguração do Obama Presidential Center, que abre portas ao público esta sexta-feira. Veja as imagens.
Trump e Putin projetam-se como "homens fortes", mas cometeram dois erros crassos: acreditaram que poderiam tomar Kiev e Teerão (de formas diferentes), confiando em excesso na eficácia dos respetivos poderes militares. Ignoraram conselhos e planos, não quiseram saber da História e estão agora metidos num enorme sarilho: Vladimir atascado no atoleiro ucraniano, Donald encravado em Ormuz.
O Centro Presidencial Obama abre ao público a 19 de junho, após uma cerimónia de inauguração com a presença de amigos e familiares dos funcionários do museu, estudantes e jornalistas.
Rostos novos, capazes de libertar a esquerda e a direita brasileiras do feitiço lulista ou bolsonarista, não se vêem no horizonte.
Cátia Miriam Costa explica que as duas maiores economias do mundo já perceberam que, apesar de “estarem politicamente muito afastadas, têm de se aproximar”.
José Manuel Durão Barroso, futuro presidente da Comissão Europeia, futuro presidente não executivo do Goldman Sachs International, futuro cidadão do mundo com várias moradas em países com regimes fiscais convenientes — foi maoísta.
Primeiro-ministro espanhol fala num cenário "muito pior" do que o de 2003, com o Iraque.
Presidente norte-americano não se conteve nos comentários à morte do antigo diretor do FBI que o investigou.
Ainda envolvido em controvérsia por comentários antissemitas, Kanye procura reerguer-se com uma digressão que termina em Portugal. Bilhetes voaram.
Trump não tem objetivos claramente definidos e pode ter de escalar a guerra no Irão para não ficar com figura de perdedor. Não há plano da Casa Branca, não há consistência nos comportamentos. Putin agradece, Netanyahu sai reforçado. E a base MAGA aceita, passivamente, a enorme contradição de apoiar o contrário daquilo que durante anos exigiu. Demasiado perigoso para ficarmos só a rir de tamanha incoerência.
Seria de esperar que a esmagadora votação no actual Presidente da República tivesse levado Luís Montenegro a perceber que a sua aliança tácita com o Chega era um caminho repudiado por uma enorme maioria dos portugueses e portuguesas que votaram nessa eleição.
Trump quer quebrar o "eixo de resistência" em tempos montado para gerar um equilíbrio de poder mundial desfavorável aos Estado Unidos. Do outro lado está a China, e por isso as potências médias que a ela se aliaram são agora um alvo.
A reação relativamente contida dos mercados à paralisação no estreito de Ormuz não deve ser confundida com otimismo sobre o desfecho da guerra.
O mundo virado, literalmente, do avesso e as redes sociais repletas de memes e piadas ao que está a acontecer. Faz-me lembrar um meme que diz que ‘a terapia ajuda mas fazer piadas com todas as desgraças que acontecem também é muito eficiente’.
Depende. O chamado Acordo das Lajes é público e é claro: se a missão não estiver ligada à NATO ou a uma organização internacional apoiada por Portugal, só podem com autorização prévia.