Há uma desistência na corrida à liderança da ONU: Michelle Bachelet retira candidatura
Ex-presidente do Chile era das candidatas com menos apoio.
Ex-presidente do Chile era das candidatas com menos apoio.
Quatro dos sete candidatos são mulheres. A primeira votação informal do Conselho de Segurança da ONU indicou como favoritos Rebeca Grynspan, Carolyn Rodrigues-Birkett e Rafael Grossi.
Burnham está a fazer tudo para recuperar a sangria trabalhista para a extrema-direita. Talvez seja a última oportunidade para evitar a tomada de poder do Reform UK... a menos que Farage seja destronado pelo "Conde Caixote do Lixo". Na Ucrânia, o povo, mesmo em tempo de guerra, continua ser quem mais ordena
Guterres disse que acredita que “não é possível que se repita [em Cuba] uma situação semelhante” à operação militar lançada pelos Estados Unidos em janeiro contra a Venezuela, que culminou na captura do ex-presidente Nicolás Maduro, porque a situação na Venezuela “era completamente diferente”.
Os responsáveis pela escolha são os membros do Conselho de Segurança, que devem iniciar o processo até ao final de julho.
A sessão de cada candidato terá três horas de duração, período que será dividido, numa primeira fase, em torno das declarações de visão pessoal e das competências de gestão do candidato.
José Antonio Kast, um advogado de 59 anos, venceu no domingo as eleições presidenciais chilenas, derrotando à segunda volta a candidata de esquerda, Jeannette Jara, por uma larga margem, quando estão contados mais de 99% dos votos.
O caso de Jara, militante do Partido Comunista e colaborador do governo da Unidade Popular do antigo presidente socialista Salvador Allende (1970-1973), era um dos mais importantes que a justiça chilena ainda não havia encerrado.
A primeira-dama prometeu, durante a corrida ao poder do companheiro, lutar por alterações no cargo. No país já havia precedente, mas Irina quer traçar um outro caminho.
A China considera o relatório da ONU "um documento politizado" que apresenta uma "farsa" organizada pelas potências ocidentais.
A organização tece duras críticas ao regime chinês, mas também ao Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos.
Segundo as Nações Unidas, cerca de 15 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.
"Mesmo nestes tempos de hipercomunicação, a diplomacia silenciosa ainda é possível e às vezes é a única maneira eficaz de produzir resultados", disse.
Pelo menos 3.153 civis morreram e mais de 3.000 ficaram feridos em pouco mais de dois meses de guerra na Ucrânia. ONU diz que os números reais poderão ser muito superiores.
A ONU teme que os números de vítimas da guerra na Ucrânia aumentem consideravelmente quando houver maior acesso a cidades cercadas ou sob intensos combates.