Concertos, futebol e viagens: 26 planos para cumprir em 2026
Não temos bola de cristal mas arriscamos prever um ano bem vivido. De festivais a mesas em que vale a pena sentar-se, juntamos 26 boas razões para entrar em 2026.
Não temos bola de cristal mas arriscamos prever um ano bem vivido. De festivais a mesas em que vale a pena sentar-se, juntamos 26 boas razões para entrar em 2026.
O sucesso do NOW verificou-se também no horário nobre com uma subida de 85% em 2025
Ex-ministro das Finanças esteve no NOW para o seu comentário semanal.
"Vivemos num Estado de Direito, é bom que este escrutínio seja feito, que os portugueses sejam esclarecidos e que a Justiça também possa fazer o seu trabalho, com toda a tranquilidade", insistiu o ministro das Infraestruturas.
A TAP viu-se hoje envolvida em mais uma polémica depois da Polícia Judiciária realizar buscas à empresa.
Processo de privatização, em 2015, na reta final do governo PSD/CDS, está na origem desta investigação.
Entrou para o Hall of Fame como jogador e treinador de basquetebol, foi campeão olímpico pelos EUA e, internamente, com os Seattle Supersonics, esteve ligado à NBA durante mais de 50 anos e abriu caminho aos jogadores negros na modalidade.
Os minhotos até marcaram primeiro mas os belgas deram a reviravolta na segunda parte.
O Café des Épices Lisboa é o primeiro do grupo a abrir fora de Marrocos e fica no espaço cultural 8 Marvila. Aos sabores tradicionais marroquinos, a chef Soumia adiciona criatividade.
O Expresso noticiou que a Carris "deu informação errada à investigação do acidente com o elevador da Glória", já que entre a nota informativa do gabinete que está a investigar, divulgada três dias após a tragédia, e o relatório do preliminar, divulgado na segunda-feira, surge uma discrepância de datas.
Ventura pode ter tido a sua imagem em cartazes pelo país fora que não engana os eleitores. Os portugueses demonstraram distinguir bem os atos eleitorais.
O antigo governante defendeu que o Partido Socialista está a mostrar uma "capacidade de combate bastante superior" relativamente às eleições legislativas.
Com agenda escondida da imprensa, ora com poder de encaixe para perguntas difíceis, ora irritado, Moedas perdeu uma semana a esconder a sua mais-valia: o contacto com o povo na rua.
“Não há alternativa”: “quem contribuir [para a vitória de Moedas] será corresponsável” pela “degradação” de Lisboa, alerta uma Alexandra Leitão pouco mobilizadora na rua, mas combativa e assertiva no palanque.
“Fizemos”, “construímos”, "tivemos a coragem de fazer". Moedas reivindicou a autoria de 112 obras que eram do antecessor, de juntas, de universidades e do Governo (são dezenas de obras, incluindo creches, USF, escolas, jardins, residências estudantis, ou casas), incluindo com deturpação de números. Afirmou haver "mais 400 cantoneiros" a recolher lixo, mas mapa de pessoal da CML mostra que há menos 117
Cada um puxou a brasa à sua sardinha no primeiro debate pela capital. Neste caso, a sardinha de Moedas é... Moedas, que diz ter feito mandato “absolutamente único”. E foi a vítima comum dos restantes candidatos.