A Vergonha da Nação
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
Nunca como hoje os meios tecnológicos - as novas tecnologias não são neutras nem apolíticas (porque nada na vida é neutro e muito menos apolítico) - foram um instrumento de manipulação tão poderoso.
Pete Hegseth participou este sábado nas cerimónias que assinalam o 82.º aniversário do Dia D, em França. Durante a homenagem aos militares aliados que desembarcaram nas praias francesas em 1944, o secretário de Defesa destacou o sacrifício das tropas que contribuíram para a derrota da Alemanha nazi e para a libertação da Europa.
O reconhecimento e denúncia de genocídios tornou-se num jogo político cínico, evidente, por exemplo, na esquiva de Israel a reconhecer o genocídio arménio para não prejudicar as relações com Turquia e Azerbaijão, vitais na gestão de interesses na Síria e no confronto com o Irão.
“Eu gosto de tocar, mas passei uns meses sem conseguir tocar, porque fiquei cansada. A minha carreira cansou-me”, salientou a pianista.
Em causa a queda de duas avionetas, há 30 anos.
Com o Torreense, no próximo fim de semana, esta é a sétima vez que uma equipa das divisões secundárias chega à final da Taça de Portugal. Os pequeninos nunca venceram, mas puseram em sentido os gigantes, conforme lembram à SÁBADO antigos jogadores de Farense, Leixões e Chaves.
Em 82 anos de duelos, já houve de tudo: veja quem marcou mais ao rival, quais são os heróis improváveis ou quem acertou na própria baliza. Um retrato com base em 44 jogos.
O ambíguo apuro de danos começa a lembrar o «body count», o empilhar de cadáveres inimigos, do Vietname.
As palavras de Galibaf surgem depois de os meios de comunicação social norte-americanos terem noticiado o envio de soldados adicionais para o Médio Oriente.
Carne esgotada por ingleses, dias marcados nos bordéis, crianças vendidas, armazenagem de armas nucleares, solos contaminados - e uma ilha que nunca mais foi a mesma.
Descobriram a tecnologia das vacinas da Covid, a origem da síndrome de Down e o processo na base da bomba atómica - mas não foram reconhecidas por isso. Também na ciência, as mulheres sofrem discriminação. Há um livro que explica porquê.
Talvez seja uma vã ilusão, mas tenho a secreta esperança de que a “próxima vítima” nas Américas, ou seja, Cuba, não se irá comportar de forma tão vergonhosa.
Depende. O chamado Acordo das Lajes é público e é claro: se a missão não estiver ligada à NATO ou a uma organização internacional apoiada por Portugal, só podem com autorização prévia.
Pelo menos até maio, há excelentes exposições clássicas e contemporâneas para desfrutar na Invicta. Conheça cinco delas, com um bónus.
Conheceu Maria Callas, foi a primeira escolha para cantar "A Desfolhada" e adorava viajar. A atriz portuguesa morreu a 9 de janeiro, aos 81 anos.