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Rita Rato Nunes
José Manuel Ramos vai pedir que o Estado lhe adiante a verba. “Inadmissível ter sido primeiro-ministro e ter-me tratado desta forma”, acusa o defensor público.
José Sócrates ficou a dever cerca de 700 euros a José Manuel Ramos, o advogado oficioso que o representou durante uma semana no julgamento da ‘Operação Marquês’. Nas contas do defensor público estão os três dias passados em tribunal, nas sessões de julgamento, que decorreram no Campus de Justiça, em Lisboa, e ainda várias horas contabilizadas destinadas a consultar o processo.
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