PSP investigou durante seis meses caso de armas vendidas a partir de Portugal e através da internet. O transporte era feito "por intermédio de empresas de transporte de mercadorias ou correio expresso e entregues nas moradas dos compradores, após pagamento igualmente concretizado por via eletrónica".
Durante seis meses, a PSP investigou a venda de armas de fogo através da internet, vendidas a partir de Portugal e enviadas para outros países da União Europeia. Na quarta-feira, um homem foi constituído arguido e ficou com termo de entidade e residência, na sequência de cinco mandados de busca que decorreram em Lisboa. Em comunicado, a PSP explica que foram ainda apreendidas 200 munições e uma arma de fogo.
"A ação desenvolvida resulta de uma complexa ação de pesquisa, análise e produção de informação policial através dos diferentes mecanismos de partilha de informação, nacionais e internacionais, relacionada com a comercialização e posse ilícita de armas de fogo", acrescenta a PSP.
Esta investigação e apreensão demonstra, defende a PSP, que "as suspeitas referidas pela EUROPOL no seu último relatório de avaliação de ameaça" sobre compra e venda de armas através da internet, "posteriormente transportadas por intermédio de empresas de transporte de mercadorias ou correio expresso e entregues nas moradas dos compradores, após pagamento igualmente concretizado por via eletrónica".
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