Sábado – Pense por si

Ricardo Borges de Castro
Ricardo Borges de Castro Analista e Consultor
23 de janeiro de 2026 às 07:00

As linhas com que a Europa se cose em 2026

A convergência de fatores externos e internos vai continuar a pressionar os decisores europeus à medida que o crescimento económico continua morno, a erosão de consensos e as pressões sobre os governos se intensificam, a competição por recursos naturais acelera, a crise climática não abranda e os ataques híbridos e a insegurança cibernética passam a ser mais frequentes.

Visto de Bruxelas, a Europa enfrenta em 2026 três riscos principais: rivalidades geoestratégicas entre grandes potências, competição geoeconómica a nível global e fragmentação e polarização políticas. Estes vetores de mudança vão influenciar a forma como os governos dos 27 e as instituições da União Europeia respondem a um número crescente de desafios geopolíticos, económicos, ecológicos, digitais e demográficos. A convergência de fatores externos e internos vai continuar a pressionar os decisores europeus – tanto públicos como privados – à medida que o crescimento económico continua morno, a erosão de consensos e as pressões sobre os governos se intensificam, a competição por recursos naturais acelera, a crise climática não abranda e os ataques híbridos e a insegurança cibernética passam a ser mais frequentes. A julgar pelas primeiras semanas de janeiro, os Europeus devem preparar-se para mais a incerteza e volatilidade em 2026.

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