Há nesta SÁBADO muitas histórias de Eunice Muñoz, que colegas, familiares e amigos retratam como uma grande atriz sem ser uma diva (isto é, sem vedetismos). E temos ainda o caos no PPM, um jogo de ténis especial e o perfil de Gilmario Vemba – a conversa foi a seguir à derrota do Sporting, e por isso o humorista não estava lá muito contente.
Nos últimos meses, com a saúde de Eunice Muñoz a piorar, a jornalista Andreia Costa começou a preparar o Obituário da atriz, que morreria a 15 de abril, com 93 anos. Como quase não saía de casa (esteve internada várias vezes), a jornalista da SÁBADO recorreu a familiares da atriz (desde logo o filho António, que contou muitas histórias), mas também a amigos e colegas de trabalho, como os atores Diogo Infante, Lurdes Norberto e José Raposo. E o que destacam de 80 anos de carreira? Que era uma grande atriz, mas não uma diva, sem vedetismos nem manias, e que queria sempre "aprender com os mais novos".
PPM, um partido feito em cacos
O trabalho da editora executiva Maria Henrique Espada sobre a total disfuncionalidade em que se encontra o Partido Popular Monárquico (PPM) parece ter desencadeado uma febre de esclarecimentos do partido junto do Tribunal Constitucional. Depois de praticamente dois anos sem mudar nada no que tinha apresentado ao TC, surgiram várias novidades: “Já enviámos”, “já atualizámos”. Portanto, não eram só, para usar a expressão do líder, Gonçalo da Câmara Pereira, “mexericos de senhoras”. Nem poderiam ser, porque as desventuras internas de um pequeno partido que vive na twilight zone (se não acredita, leia a partir da página 44) importam, na medida em que tem presença na câmara de Lisboa e no Governo Regional dos Açores.No court central do Estoril Open
Os jornalistas da SÁBADO já jogaram ténis com Frederico Silva, já enfrentaram a dureza física do futebol do Canelas e já testaram o que seria a abolição da regra de fora de jogo numa partida contra o Atlético. Desta vez foi o jornalista Bruno Faria Lopes a bater bolas com João Zilhão no court central onde vão jogar as estrelas do Estoril Open, que arranca já no dia 23. “Estamos a estrear o court”, comentou o diretor do torneio, ex-jogador de ténis. A par do barulho das pancadas na bola ouvia-se a azáfama das obras finais no recinto, que João Zilhão espera ver esgotado.Sportinguista com pouco humor
Gilmário Vemba é o mais recente caso de sucesso do humor em Portugal. A jornalista Lucília Galha e o repórter fotográfico Sérgio Lemos foram conhecê-lo na segunda-feira. Tinha ainda a pulseira de entrada no Sporting-Benfica. “Foi duro”, comentou sobre o desaire dos leões. Gilmário nem era o mais engraçado na família mas, apesar de ser tímido, continua a falar em público, pois o humor paga-lhe as contas.
Estão a crescer e a ganhar influência, até a nível político, funcionando com códigos e liturgia própria. E ainda: deixar de ser vegetariano por razões de saúde; a bióloga que quer salvar as cobras.
Mais do que tratar, o futuro da saúde passa por evitar os problemas, com a sequenciação genética a ser decisiva. E ainda: reportagem na Ucrânia debaixo de fogo; António Muchaxo conta as histórias de um restaurante especial.
Escaparam à perseguição nazi e encontraram refúgio em Portugal, embora Salazar se mostrasse desagradado com alguns costumes. E ainda: entrevista ao líder dos tarefeiros e a "pregação" de Gustavo Santos.
Um percurso de navio que quase acabou mais cedo - os jornalistas distraíram-se a fotografar uma praia; o atribulado regresso ao bairro do Talude; e as entrevistas interrompidas por colecionadores de cromos do Mundial
Os depoimentos das vítimas e os vídeos que mostram a tortura na esquadra do Rato, em Lisboa. E ainda: entrevistas a Moita Flores (tem novo livro) e Marisa Liz (novo disco) e os seguros para cães e gatos.
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