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Gina Haspel, a "dama de ferro" da CIA, promoveu e escondeu actos de tortura

Haspel, de 61 anos, trabalhou grande parte da carreira como agente infiltrada. Depois, teve um papel fundamental (e polémico) no programa extrajudicial aplicado aos suspeitos de terrorismo no pós-11 de Setembro.

Aos 61 anos, Gina Haspel atingiu o topo da carreira e tornou-se a primeira mulher a liderar a Agência Central de Informações (CIA) dos EUA. A antiga subdirectora da agência foi a escolha do presidente, Donald Trump, para substituir no cargo o agora novo Secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo. Uma decisão que promete não ser consensual – aliás, o polémico passado profissional da veterana da agência levou a que o Senado recusasse a sua promoção a directora das operações clandestinas da CIA.

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