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Testes rápidos são essenciais. Mas não bastam

Os testes rápidos são bastante importantes para detetar surtos rapidamente. Mas deixam informação essencial de fora, prejudicando a capacidade de estudar as novas variantes.

O médico de Saúde Pública e epidemiologista Ricardo Mexia referiu esta terça-feira, na reunião do Infarmed, que é essencial desenvolver uma estratégia de testagem em larga escala. De acordo com o especialista, essa estratégia deve ser regida por critérios objetivos e claros. Mas disse ainda que as apostas não podem ser todas feitas na testagem rápida e reforçou um apelo para que os laboratórios continuem a fazer testes PCR para que se possam estudar as variantes.

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