Portugal continental com elevada concentração de pólen na atmosfera
Na região de Lisboa e Setúbal, a concentração de pólen tem destaque das árvores pinheiro, carvalho, sobreiro e azinheira e das ervas gramíneas.
Na região de Lisboa e Setúbal, a concentração de pólen tem destaque das árvores pinheiro, carvalho, sobreiro e azinheira e das ervas gramíneas.
Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.
No final de uma reunião com autarcas António José Seguro mostrou-se "muito preocupado", depois de ter visto muitas árvores caídas nas florestas.
Ambas as autarquias têm enfrentado desentendimentos devido às urbanizações construídas na Serra de Carnaxide. Segundo Isaltino, estas "invadiram o território" de Oeiras.
Há alguns meses, o PS apresentou uma proposta para reformar as regras de corte de árvores - uma medida prevista no Plano Nacional Integrado de Gestão de Fogos Rurais desde 2021 e que permanecia por concretizar. A situação era, no mínimo, paradoxal: em muitos casos, era mais fácil cortar árvores do que plantar.
Entre as ocorrências contam-se cinco quedas de redes elétricas, nove quedas de árvores, duas quedas de estruturas temporárias, uma inundação e três derrocadas.
Destaque para os grãos provenientes das árvores cipreste, plátano, pinheiro, carvalhos, sobreiro e azinheira e das ervas urtiga, gramíneas, azeda e urticáceas.
Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.
A proposta prevê que seja colocado no local um painel informativo que explique as razões do abate, entre outras informações.
As quedas de árvores e estruturas, as inundações e movimentos em massa foram as ocorrências mais frequentes, sobretudo, nas regiões de Coimbra, Leiria, Oeste, Lisboa e Beira Baixa.
Várias campas e terrenos ficaram danificados após passagem de tempestade.
Entre as ocorrências, registaram-se 358 quedas de árvores, 149 quedas de estruturas, 134 inundações, 69 movimentos de massas e deslizamentos de taludes e 54 limpezas de via.
Em causa estão falhas na rede elétrica e queda de árvores.
A tempestade Kristin deixou um rasto de destruição de norte a sul do País. Há zonas totalmente alagadas, árvores derrubadas e edifícios destruídos. Foi decretada situação de calamidade em 60 municípios.
Por tipologia, 756 ocorrências foram por queda de árvores, 572 por inundações e 354 por queda de estruturas.
O primeiro dia da depressão Kristin causou estragos por todo o país e fez pelo menos cinco mortos. Em várias regiões de Portugal continental registaram-se quedas de árvores, a suspensão de serviços ferroviários, o encerramento de escolas e milhares de pessoas ficaram sem eletricidade.