PCP critica falta de resposta do Governo perante risco de incêndio no Pinhal de Leiria
Líder parlamentar do PCP, Paula Santos, constatou que se mantêm grandes quantidades de árvores caídas no chão.
Líder parlamentar do PCP, Paula Santos, constatou que se mantêm grandes quantidades de árvores caídas no chão.
Pelo menos três tornados atingiram, esta quinta-feira, os arredores de Chicago, nos EUA, destruindo casas e derrubando árvores e postes de eletricidade.
O prazo nacional para a limpeza de terrenos foi prolongado até 30 de junho, em todo o território nacional, mas há zonas onde a remoção de lenha "vai demorar meses ou até anos".
Níveis elevados de concentração de pólen na atmosfera vão se verificar sobretudo das árvores oliveira, pinheiro, sobreiro e das ervas gramíneas, tanchagem, quenopódio, azeda, urtiga e urticáceas.
A maioria das mortes foi causada por derrocadas de muros, queda de árvores e raios durante tempestades de poeira e chuvas fortes, que também mataram centenas de animais.
Depois de um outono e inverno especialmente chuvoso, estamos a ter, segundo o IPMA, uma das primaveras mais secas de que há registo. Com isso, a carga combustível cresceu e agora secou, aumentando significativamente o risco de incêndio. Na região Centro, tão tipicamente afetada pelos incêndios, há árvores no chão e caminhos florestais impedidos.
Na região de Lisboa e Setúbal, a concentração de pólen tem destaque das árvores pinheiro, carvalho, sobreiro e azinheira e das ervas gramíneas.
Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.
No final de uma reunião com autarcas António José Seguro mostrou-se "muito preocupado", depois de ter visto muitas árvores caídas nas florestas.
Ambas as autarquias têm enfrentado desentendimentos devido às urbanizações construídas na Serra de Carnaxide. Segundo Isaltino, estas "invadiram o território" de Oeiras.
Há alguns meses, o PS apresentou uma proposta para reformar as regras de corte de árvores - uma medida prevista no Plano Nacional Integrado de Gestão de Fogos Rurais desde 2021 e que permanecia por concretizar. A situação era, no mínimo, paradoxal: em muitos casos, era mais fácil cortar árvores do que plantar.
Entre as ocorrências contam-se cinco quedas de redes elétricas, nove quedas de árvores, duas quedas de estruturas temporárias, uma inundação e três derrocadas.
Destaque para os grãos provenientes das árvores cipreste, plátano, pinheiro, carvalhos, sobreiro e azinheira e das ervas urtiga, gramíneas, azeda e urticáceas.
Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.
A proposta prevê que seja colocado no local um painel informativo que explique as razões do abate, entre outras informações.
As quedas de árvores e estruturas, as inundações e movimentos em massa foram as ocorrências mais frequentes, sobretudo, nas regiões de Coimbra, Leiria, Oeste, Lisboa e Beira Baixa.