Internamentos indevidos nos hospitais agravaram-se desde março
Segundo a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares.
Segundo a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares.
A ministra da Saúde exonerou oito conselhos de administração de hospitais antes do fim dos seus mandatos, o que abriu a porta a vários processos de indemnização. Pelo menos 12 gestores fizeram o pedido de compensação, dois já foram para tribunal.
O estudo considera internamento inapropriado todos os dias que um doente passa no hospital, após alta clínica, e quando não existe um motivo de saúde que justifique a sua permanência nesse ambiente hospitalar.
Em 14 das 19 administrações hospitalares que o Governo mudou, mesmo em casos com bons resultados, o presidente escolhido tem ligações ao partido - e nem sempre tem experiência. Confiança política e pressão das estruturas locais explicam.
A despesa com medicamentos é uma das que estão incluídas na rubrica de bens e serviços, onde o Governo pretende cortar 10%.
Reduzir as verbas para exames, medicamentos, pacemakers e transporte de doentes: as ideias do ministério de Ana Paula Martins perante o maior corte desde a troika.
Barómetro foi promovido pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares.
O Bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, considera que existem questões éticas e deontológicas a ter em conta no protesto dos médicos tarefeiros. A presidente da Federação Nacional dos Médicos, Joana Bordalo e Sá, atribui a "responsabilidade ética" ao Governo.
Profissionais ameaçam parar se o Governo avançar para a redução do valor que recebem à hora.
Urgências fechadas, grupos de WhatsApp para combinar inflação de preços, bases de dados suspeitas: como uma manobra orçamental de Sócrates viciou o SNS em prestadores e criou um negócio milionário para as multinacionais de recrutamento. Só este ano, até agosto, foram pagos €230 milhões. Uma única empresa já faturou €56 milhões, desde 2009.
Novo sistema para reencaminhar doentes à espera de cirurgia começa a ser testado a 15 de setembro em três hospitais do País.
Em causa está o projeto de lei que prevê a não-contratação, como prestadores de serviços externos, de médicos que tenham deixado o SNS ou de recém-especialistas que não tenham celebrado contrato com o Estado.
Em entrevista ao Now, Xavier Barreto mostrou-se confiante na justiça portuguesa e considerou positiva a abertura de investigações. “Nesta fase, é difícil perceber aquilo que de facto aconteceu, por isso é que estão a decorrer inquéritos.
Ainda no final da noite de segunda-feira já 80% da população tinha garantido o fornecimento de energia. Metro de Lisboa retomou as ligações na totalidade às 8h38.
Instalações para cuidados primários, equipamentos de ressonância magnética, computadores para escolas... 68% do PRR está por executar e o tiquetaque causa atrasos noutros programas de fundos europeus.
Medidas dissuasoras não baixaram procura. Longas horas de espera já se banalizaram.