Morreu a bailarina e atriz portuguesa Lily Neves, aos 94 anos
Informação foi avançada pela Academia Portuguesa de Cinema e da Apoiarte - Casa do Artista.
Informação foi avançada pela Academia Portuguesa de Cinema e da Apoiarte - Casa do Artista.
O que aconteceu nos EUA com as nomeações de juízes para o Supremo Tribunal Federal feitas por Trump e “carimbadas” pela sua maioria MAGA no Senado, deveria ser um sinal de alerta mais do que suficiente para os perigos que decorrem de um acordo com um partido xenófobo, racista e fascista como é o Chega.
Timidez nos comentários sobre a atualidade da América e do mundo, "Batalha Atrás de Batalha" a superiorizar-se a "Pecadores" e noite agridoce para "O Agente Secreto" e "Marty Supreme": o filme da noite.
Entre os principais nomeados para a cerimónia de domingo, dia 15, que filmes valem o hype e quais estão sobrevalorizados? Uma análise aos grandes candidatos, com direito a apostas.
A propósito do filme Hamnet. Estamos cada vez mais rápidos a ir de um lado para o outro, de um texto para outro, de uma imagem para outra, mas cada vez mais pobres de destino.
O livro de David Foster Wallace é constantemente colocado no pódio de livros mais difíceis de sempre. Partilhamos algumas sugestões de "especialistas" para o ler.
O mais difícil dos livros ganha novas edições e recenções. Mas é também alvo de piadas infinitas numa Internet em que falar a sério é cada vez mais raro.
Nomeado a oito óscares, o filme ‘Hamnet’ chega agora às salas de cinema portuguesas. É um drama, dirigido por Chloé Zhao, sobre um romance entre o poeta William Shakespeare e a sua mulher.
Muito comentado e elogiado, "Hamnet" chega por fim a Portugal esta quinta-feira, dia 5. Sobrevalorizado? Nem por sombras: Chloé Zhao fez um filme poderoso sobre a perda, a dor e a sobrevivência.
"Batalha Atrás de Batalha", "O Agente Secreto" e "Hamnet", no cinema, foram os grandes vencedores. "Pecadores" ganhou um sorriso amarelo, "Frankenstein" e "Wicked" nem isso.
Foi o primeiro brasileiro a receber o prémio de Melhor Ator.
Desde a ficção aos ensaios e memórias, o arranque do ano está recheado de novidades.
O clássico com coreografia de John Cranko e música de Prokofiev regressa ao palco para um total de dez apresentações até dia 28 de dezembro.
Nos próximos dias, Lisboa e Porto dão as boas-vindas a três criações teatrais, sobre a violência do presente à luz de Shakespeare, a ansiedade contemporânea refletida no trânsito e as relações amorosas.
Ator que se destacou no épico e no drama mais contido tinha 92 anos e foi um dos atores mais prolíferos da segunda metade do século XX.
Um monólogo que parece, mas não é bem stand-up comedy, que chega do Brasil, Shakespeare recuperado para uma festa do Teatro Experimental de Cascais e uma performance exploratória são as estreias em agenda.