Delcy Rodríguez pede à população venezuelana que poupe água e luz devido a 'Superniño'
O apelo faz parte de um plano para colmatar as falhas elétricas no país.
O apelo faz parte de um plano para colmatar as falhas elétricas no país.
Um mês após os sismos que devastaram a Venezuela, familiares continuam a retirar corpos dos escombros e denunciam a falta de apoio das autoridades. A tragédia fez mais de 5300 mortos e milhares de feridos, enquanto as buscas prosseguem sem maquinaria pesada.
Separados por apenas 39 segundos, dois sismos de magnitude 7.2 e 7.5 abalaram a Venezuela, a 24 de junho, matando mais de 5 mil pessoas e deixando um rasto de destruição. Um mês depois, estes são os números da tragédia que mudou a vida de milhares de venezuelanos.
Anúncio foi feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa.
Depois da captura de Maduro não trazido uma mudança de regime, a insatisfação social reforçada pelas consequências do sismo podem levar à contestação social no país.
Um duplo sismo atingiu a Venezuela no dia 24 de junho e a população e equipas de resgate continuam a buscam por corpos.
Durante o primeiro concerto em Londres, este sábado, Bad Bunny deixou uma mensagem de solidariedade ao povo venezuelano após os sismos que atingiram o país.
Diversas iniciativas da sociedade civil, provenientes de vários pontos da Madeira, serão centralizadas na Rua Pombal, n.º 21. A partir deste ponto, serão encaminhadas para expedição tendo como destino o país do Caribe.
Presidente da Liga dos Bombeiros garante que a equipa destacada está preparada para responder às situações de risco, sublinhando que possui "treino específico". E rejeita qualquer impacto negativo na capacidade de resposta em Portugal.
As companhias espanholas indicaram que vão dar flexibilidade aos clientes afetados, para minimizar eventuais constrangimentos causados pelos sismos.
Para "facilitar o contacto entre familiares e amigos que vivem em Portugal"
Segundo a presidente da Associação Venezuelana de Companhias Aéreas.
Trata-se da região mais afetada pelos dois sismos que quarta-feira abalaram a Venezuela.
Segundo esclareceu o ministro da Presidência, Leitão Amaro, "o envio será [feito] o mais rápido possível".
Venezuelanos receiam novas réplicas dos sismos sentidos no país.
Mais de dez mil pessoas encontram-se desaparecidas.