Mundial2026: Ébola gera preocupações ínfimas no jogo Portugal-RD Congo
Portugal defronta a República Democrática do Congo na quarta-feira, 17 de junho, em Houston, nos Estados Unidos.
Portugal defronta a República Democrática do Congo na quarta-feira, 17 de junho, em Houston, nos Estados Unidos.
Surto de Ébola no país já causou 91 mortos.
O Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) assinalou que a província de Ituri continua a ser o epicentro, com mais de 94% dos casos (460).
Peter Stafford é um médico missionário da ONG cristã norte-americana Serge, e foi exposto ao vírus enquanto tratava pacientes no hospital de Nyankunde, da República Democrática do Congo.
Numa entrevista com Kareem Rahma, a cantora gerou polémica ao defender que apenas quem nasce em Nova Iorque pode ser considerado nova‑iorquino. Uma posição que alguns comparam à lógica da cidadania norte‑americana.
O Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) do Congo assinalou que estes números representam 71 novos casos confirmados nas últimas 24 horas.
O risco de infeção para as pessoas que vivem na Europa permanece baixo, dada a reduzida probabilidade de importação e transmissão secundária do ébola.
A prioridade "é garantir um torneio seguro", pelo que existe um "trabalho" conjunto com os governos dos três países organizadores.
Esta suspensão inclui o cancelamento de vistos temporários e pedidos de residência permanente previamente aprovados.
Três pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas depois de uma carrinha de passageiros colidir contra um elefante que atravessava a estrada num parque no Uganda, na África Oriental.
Existem cerca de 750 casos suspeitos de Ébola e 177 mortes suspeitas na RDCongo, um país com cerca de 100 milhões de habitantes onde a epidemia "se propaga rapidamente", alertou na sexta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).
E ainda o sistema de troca de eletrodomésticos e sugestões de fim de semana
Surto de Ébola no Congo já provocou mais de 100 mortes. Segundo o infecciologista Jaime Nina, o cenário pode ainda vir a piorar.
A Organização Mundial da Saúde aumentou o envio de equipamento médico e material de proteção para combater o surto de Ébola na República Democrática do Congo e no Uganda, onde os casos continuam a aumentar.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou, esta quarta-feira, que o risco de propagação do surto de Ébola na República Democrática do Congo e no Uganda é alto a níveis nacional e regional, mas baixo a nível global.
As autoridades do Uganda garantem que o surto de Ébola está “sob controlo”, apesar de mais de 100 pessoas permanecerem em quarentena devido ao rastreio de contactos ligados aos casos confirmados.