Ventura diz que tentou consenso "até à última" e recusa "cálculo político" no chumbo da lei laboral
André Ventura fez uma declaração na sede do Chega sem oportunidade para os jornalistas colocarem perguntas.
André Ventura fez uma declaração na sede do Chega sem oportunidade para os jornalistas colocarem perguntas.
"Ou aceitam proteger quem trabalha, ou aceitam corrigir a imoralidade da idade da reforma e das reformas milionárias, ou não contam connosco!", indicou.
Proposta de lei do Governo foi rejeitada na generalidade.
O líder do Chega reuniu-se durante cerca de hora e meia com o primeiro-ministro, na residência oficial, em São Bento.
André Ventura disse que "a reunião é entre duas pessoas e entre dois partidos que têm dialogado" e considerou ser "um pouco indiferente saber quem a pediu".
O debate, que ocorre dez dias depois de o Governo ter entregado no Parlamento a proposta de lei que altera o Código do Trabalho, centra-se nas "condições de vida dos trabalhadores" e no "pacote laboral, salários e direitos" e abre e encerra com intervenções do PCP e do executivo, prevendo-se que dure pouco mais de duas horas.
No debate deverá voltar a ser tema a proposta de lei do Governo de revisão das leis laborais.
Para Ventura, "baixar ou começar a baixar a idade da reforma não é um requisito esotérico, é uma exigência de um país que trabalha".
José Manuel Pureza apresentou o que considera serem as três traves mestras de "uma mudança justa nas relações de trabalho", propostas que advoga poderem ser aplicadas de imediato no Código do Trabalho.
Líder do Chega disse ainda que " esta lei se transforma de má em boa, ou não serve e tem o efeito contrário de prejudicar quem trabalha".
Numa metamorfose que merece estudo, André Ventura protagoniza uma conversão ideológica. André Ventura merece sobretudo um megafone emprestado pela CGTP e um lugar destacado na próxima greve geral.
De acordo com a estrutura sindical, trata-se de uma "greve nacional de toda a enfermagem portuguesa", permitindo que todos os enfermeiros estejam cobertos pelo pré-aviso, independentemente do setor onde exercem a sua atividade.
Estava escondido numa casa, nas imediações.
A greve, convocada pelo STTS, decorre hoje e na terça-feira entre 00h00 e as 24h00.
Para esta segunda-feira está ainda prevista uma manifestação em Lisboa. Sindicato exige a "contratação urgente" de pessoal para terminar com o "abuso dos turnos suplementares e cargas horárias de 14 e 16 horas de serviço contínuo".
A primeira intervenção do debate quinzenal caberá à Iniciativa Liberal, partido que tem pressionado Luís Montenegro para levar já ao parlamento a reforma da legislação laboral.