Suspeito de tentar assassinar Trump durante jantar recebe pedido de desculpas de juiz
Zia Faruqui reconheceu que o suspeito está a ser maltratado na prisão e denunciou as condições severas em que tem vivido.
Zia Faruqui reconheceu que o suspeito está a ser maltratado na prisão e denunciou as condições severas em que tem vivido.
Donald Trump foi alvo do terceiro atentado como presidente dos Estados Unidos da América. Por cá, também se conspirou e se tentou eliminar reis e chefes de Estado.
Um homem armado invadiu o hotel onde decorria o jantar anual de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, obrigando à evacuação do evento, este sábado. O suspeito foi imobilizado após troca de tiros com os Serviços Secretos, que retiraram o presidente Donald Trump, o vice-presidente JD Vance e outros convidados em segurança.
Vai enfrentar acusações de uso de arma de fogo e agressão a um agente federal com arma perigosa.
Washington espera que Tailândia e Camboja possam "chegar a uma solução para esta questão o mais rapidamente possível".
O Ministério da Saúde tailandês informou que mais de 138 mil civis foram retirados das regiões fronteiriças afetadas pelos confrontos com o país vizinho.
O ministro da Defesa paquistanês, Khawaja Muhammad Asif, acusou o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, de ter executado os atentados para aumentar a sua popularidade, acrescentando que Islamabade irá "em breve acertar as suas contas".
O primeiro-ministro da Caxemira paquistanesa, Chaudhry Anwar-ul-Haq referiu que libertou um "fundo de emergência" no valor de mil milhões de rupias (três milhões de euros), para garantir o fornecimento de "alimentos, medicamentos e outras necessidades básicas" às aldeias ao longo da fronteira.
Retaliação contra o ataque que provocou a morte a 26 pessoas pode levar a um conflito entre as duas nações.
O mais recente ataque à região de Caxemira nas Himalaias que matou 26 turistas desenterrou o conflito de longa data entre a Índia e o Paquistão.
Um dos homens terá ficado ferido.
Até ao momento não há registo de feridos ou detenções.
FBI encontrou explosivos no local do atropelamento. Dois polícias foram atingidos a tiro pelo suspeito.
O incidente ocorreu depois de uma "operação antiterrorista" em Jenin, na Cisjordânia.
Israel e Líbano iniciaram o dia de hoje com um tiroteio, que se seguiu ao deste sábado, quando os milicianos xiitas lançaram 11 ataques contra o país hebreu, tornando o dia num dos mais intensos desde o início da escalada de violência na fronteira.
Roscoe foi atingido por um atirador com uma arma automática e "pode ter evitado que um polícia se envolvesse numa troca de tiros".