França aprova lei que legaliza eutanásia e suicídio assistido
Texto foi aprovado com 291 votos a favor, 241 votos contra e 29 abstenções.
Texto foi aprovado com 291 votos a favor, 241 votos contra e 29 abstenções.
Ficou tetraplégico num acidente de viação e, desde então, abriu uma empresa, viu os filhos crescer feliz, mas já não queria viver – faltava-lhe a liberdade. Foi para a Suíça para morrer.
Marcus morreu aos 23 anos depois de se engasgar com um pedaço de tomate que ficou preso na traqueia, deixando-lhe o cérebro sem oxigénio.
A barbárie de Putin, pelos vistos, não comove o PCP. Felizmente, tem comovido os eleitores, que reduziram o partido a três gatos pintados. Se um dia a bancada ficar vazia, será também por causa da Ucrânia.
Faltam quase três anos para as próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas já começa ram as movimentações para saber quem vai correr contra os trumpistas.
O suíço Ludwig Minelli passou três décadas a lutar pelo direito à morte medicamente assistida.
A decisão não é inédita - em Espanha, o sistema de saúde também cobre esta despesa -, mas recebeu críticas.
O chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, saudou a votação do diploma pela câmara baixa da Assembleia Nacional como um "passo importante".
Quatro pessoas foram detidas pelas autoridades suíças. Mulher norte-americana usou a cápsula num bosque junto à fronteira com a Alemanha.
Texto aprovado pelo Papa Francisco resulta de cinco anos de trabalho e foi publicado pelo Dicastério para a Doutrina da Fé.
O advogado Rui Gomes da Silva, o ex-ministro António Bagão Félix e a médica Isabel Galriça Neto estão entre os signatários.
Alguns são tremendistas, sonoros, extremados e radicais. Mas também há moderados e um deles até tem algumas hipóteses de eleger um deputado.
O estado do Alabama quer executar um homem condenado a pena de morte através de uma nova técnica, criticada pela ONU e Amnistia Internacional. À SÁBADO, especialista defende que se trata de "retrocesso civilizacional".
Ator francês, de 88 anos, encontra-se debilitado devido a um AVC e hemorragia cerebral. Filhos defendem que não está lúcido, o que a filha nega.
Leia o último capítulo da nova obra do escritor e co-argumentista João Tordo, inédita e em exclusivo para a SÁBADO.
De acordo com a Constituição da República, perante um veto, o parlamento pode confirmar o texto por maioria absoluta dos deputados em efetividade de funções, 116 em 230, e nesse caso, o Presidente da República terá de promulgar o diploma no prazo de oito dias a contar da data da receção.