Sindicatos acusam bancos de ganância por manterem proposta de aumentos de 2%
"Não há desculpa para tal insensibilidade e ganância", afirmam os sindicatos, que recordam que o setor tem tido significativos lucros.
"Não há desculpa para tal insensibilidade e ganância", afirmam os sindicatos, que recordam que o setor tem tido significativos lucros.
A central sindical que o Governo procura convencer para aprovar a reforma laboral, a UGT, não representa muito mais do que 2% dos trabalhadores do privado. CGTP tem situação financeira mais sólida, mas nenhuma central publica as contas (ou aceita dar acesso). As duas mantêm contactos informais antes da primeira greve geral conjunta em 12 anos.
Os bancários têm vindo a diminuir significativamente quando o trabalho não diminuiu, aponta dirigente sindical.
Em causa estão mais de 50 mil pensionistas. Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Nuno Santos Félix, afirmou que a medida custará ao Estado cerca de 40 milhões de euros.
As perdas com os maus créditos, os juros negativos e a digitalização vão continuar a esmagar os postos de trabalho no setor. Primeira greve geral desde 1988 não é o cenário central dos sindicatos.
O Mais Sindicato e o Sindicato dos Bancários do Centro afirmam que muitos trabalhadores do Santander Portugal estão a receber propostas de rescisão por mútuo acordo.
Empresária diz-se "totalmente impossibilitada de poder ajudar" por se ver "arrastada para um amontoado de processos judiciais repletos de falsidades e assentes em documentação forjada".
A reunião inicial aconteceu num refeitório de Lisboa, no meio de uma grande nuvem de fumo. Depois vieram as manifestações. Houve presos, feridos e máquinas de escrever atiradas das janelas
O Sindicato dos Bancários do Norte fica de fora deste processo que vai unir quatro sindicatos num único de âmbito nacional.
Nacionalizado em 2015 e entregue a sua gestão à Câmara de Santa Maria da Feira, o Europarque, cuja exploração é cada vez mais deficitária, vai tentar seguir o exemplo da Alpexpo, parque de exposições da cidade francesa de Grenoble, aponta um estudo de Augusto Mateus.
Comunistas pedem também a extinção dos Contratos de Aquisição de Energia.
Quanto aos balcões, o banco precisa de encerrar mais 70 agências para cumprir o objetivo de ter 550.
Não foi o plano de expansão em Espanha que prejudicou o negócio naquele mercado, assegurou Faria de Oliveira. Foram os projectos de investimento que sofreram devido à crise "monumental" naquele país.
Ex-administrador da operação espanhola entre 2005 e 2007 – hoje presidente da Associação Portuguesa de Bancos – reage ao trabalho da SÁBADO e antecipa argumentos que vai usar na comissão parlamentar de inquérito
Tal como Carlos Costa, também Fernando Faria de Oliveira defende que a aposta da Caixa Geral de Depósitos tinha "sentido estratégico". O problema foi a crise em Espanha, argumenta o engenheiro que preside à Associação Portuguesa de Bancos em resposta à reportagem da revista Sábado.
A instituição liderada por Stock da Cunha está a elaborar um plano de reestruturação que implica dispensar trabalhadores em Portugal