Sindicato diz que falha informática no SNS continua a provocar constrangimentos
Constrangimentos acontecem ao nível da prescrição de receitas e no acesso a consultas.
Constrangimentos acontecem ao nível da prescrição de receitas e no acesso a consultas.
Emissão de receitas e dispensa de medicamentos nas farmácias "esteve sempre garantida", garantiu fonte dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.
Impedindo o acesso aos processos clínicos dos utentes, a prescrição de medicamentos e a requisição de exames.
"O socorro está garantido", assegurou o presidente do sindicato, antevendo que fiquem por realizar tarefas administrativas, atos como a "emissão de estados de prontidão" e comunicações.
"O processo de colocação é complexo, é pouco transparente", afirmou o ministro da Educação.
Alguns desses docentes chegam a gastar "250 euros mensais em combustível" para chegar ao local de trabalho.
No decorrer da próxima semana.
Em causa estará a transparência e idoneidade dos resultados.
Através da disponibilização permanente das vagas e da abertura integral das necessidades identificadas, o sindicato acredita que haveria “mais oportunidades de contratação e de fixação de médicos”.
FNAM diz que o Ministério da Saúde está a atrasar o concurso de colocação de especialistas, arriscando perdê-los para o estrangeiro.
Em causa está uma proposta de atualização de 2,15% de todos os suplementos em 2026. Sindicato diz que aumento proposto é "inacreditável".
Sindicato Independente dos Trabalhadores dos Organismos Públicos e Apoio Social continua o protesto contra as propostas do pacote laboral apresentado pelo Governo.
Moção aprovada pede que a administração reveja a sua posição.
O Bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, considera que existem questões éticas e deontológicas a ter em conta no protesto dos médicos tarefeiros. A presidente da Federação Nacional dos Médicos, Joana Bordalo e Sá, atribui a "responsabilidade ética" ao Governo.
Será também criado um regime de exclusividade no Serviço Regional de Saúde.
Polícias estão concentrados em frente à direção nacional da PSP e vão seguir para o Ministério da Administração Interna, onde vão entregar um caderno reivindicativo.