Sindicatos da PSP lamentam que acordo com Governo esteja parado há dois anos
Luís Neves retomou esta segunda-feira as negociações com as associações socioprofissionais da GNR e sindicatos da PSP.
Luís Neves retomou esta segunda-feira as negociações com as associações socioprofissionais da GNR e sindicatos da PSP.
Em causa está, segundo o presidente do maior sindicato da PSP, a tabela remuneratória, suplementos e estatuto profissional.
"Não aceitamos que, perante a desvalorização da carreira e a baixa adesão aos concursos, o Governo privilegie a exposição mediática em detrimento de soluções sólidas", acusa.
Luís Neves já esteve reunido com a Associação Sindical a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, que tinha abandonado as negociações com a anterior ministra Maria Lúcia Amaral.
A depressão Kristin desabou sobre a ministra da Administração Interna. Acumulam-se críticas à gestão política da crise, à incapacidade de comunicação e à descoordenação da tutela - e uma remodelação pode estar a caminho.
O maior sindicato da PSP acusa o Governo de desrespeitar o acordo alcançado em julho de 2024.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Paulo Santos, imputou responsabilidades à ANA por não ter criado condições para um fluxo de passageiros que já sabia que iria existir.
Em caus está a ausência de resposta do Governo em resolver os problemas dos polícias que estão nas fronteiras aéreas.
Em causa está uma proposta de atualização de 2,15% de todos os suplementos em 2026. Sindicato diz que aumento proposto é "inacreditável".
O uso de polos, algemas e boinas é proibido durante manifestações. Mas tarjas são permitidas, bem como gritos de ordem.
A ASPP/PSP critica as tabelas remuneratórias, suplementos e portaria de avaliação.
A ministra da Administração Interna reúne esta sexta-feira com os sindicatos das forças de segurança para última tentativa de negociação.
Polícias estão concentrados em frente à direção nacional da PSP e vão seguir para o Ministério da Administração Interna, onde vão entregar um caderno reivindicativo.
Associação Sindical dos Profissionais da Polícia questionou a tutela sobre o que está a ser feito para combater este fenómeno, uma vez que a atual estratégia não está a resultar.
Em causa está o acordo assinado entre o MAI e três sindicatos da PSP e quatro associações socioprofissionais da GNR que estabeleceu o aumento em 300 euros do suplemento de risco, passando este subsídio para 400 euros.