Operação Marquês: Procurador admite contactos com jornalista, mas nega ter dado informação
Rosário Teixeira deu a garantia ao ser confrontado em tribunal com o conteúdo de livro o qual é referido que os contactos com uma jornalista tinham existido.
Rosário Teixeira deu a garantia ao ser confrontado em tribunal com o conteúdo de livro o qual é referido que os contactos com uma jornalista tinham existido.
O incidente foi suscitado pelo advogado Filipe Baptista depois de Rosário Teixeira ter negado que falara com jornalistas antes de o ex-governante ser detido em 2014, o que será contrariado no livro "O Tribunal dos Poderosos", escrito pelo jornalista António José Vilela.
Usou os nomes do procurador Rosário Teixeira e do juiz Carlos Alexandre para tentar sacar €3,5 milhões aos empresários José António Santos, Florêncio de Almeida e Bruno Macedo. Na 1ª sessão do julgamento, Hélio Marcel confessou tudo. Afinal, quem é este homem que frequentou o curso de Direito e trabalha agora como aprendiz de talhante?
"Pura e simplesmente, houve diligências de recolha de prova, houve situações de detenções colaterais por vezes com o próprio poder político", justificou procurador.
É cada vez maior o burburinho nos corredores da justiça sobre quem dirigirá o DCIAP a partir do verão. Albano Pinto está de saída e o departamento tem lá apenas um procurador-geral adjunto, Rosário Teixeira. Será desta?
Diretor Adjunto da SÁBADO fala sobre o impacto de casos como o do alegado burlão que pediu dinheiro para conseguir influenciar Carlos Alexandre, Paulo Silva e Rosário Teixeira e da escuta em que alegado traficante involve Ivo Rosa. Os dois casos foram revelados em exclusivo pela SÁBADO.
No despacho que pediu buscas ao FC Porto, o procurador Rosário Teixeira refere que, desde 2012, que o presidente do FC Porto, o filho, Alexandre Pinto da Costa, e o empresário Pedro Pinho "desenvolveram um esquema destinado a gerar proveitos indevidos"
Procurador Rosário Teixeira investiga, pelo menos, sete negócios de jogadores que passaram pelo FC Porto, explicando que o "modus operandi" do empresário passava por nunca faturar diretamente à SAD. Há também suspeitas de negócios imobiliários entre Pinho e o presidente do FC Porto
Os processos conduzidos pelo procurador Rosário Teixeira e pelo inspetor tributário Paulo Silva abrem a porta do mundo espantoso dos facilitadores e das comissões milionárias do futebol.
Equipa do procurador Rosário Teixeira avançou para a segunda parte da Operação Cartão Vermelho, que envolve suspeitas com negócios do FC Porto. Casa do filho de Pinto da Costa foi alvo de buscas.
São já meia centena os processos que visam o futebol, mas os que podem doer aos clientes que se seguem, de Vieira a Pinto da Costa, são os que estão na mão do procurador Rosário Teixeira e do inspetor tributário Paulo Silva.
Nas alegações finais escritas da fase de instrução, os procuradores Rosário Teixeira e Vítor Pinto garantiram que o antigo primeiro-ministro e os restantes arguidos foram incapazes de "desmontar" a acusação.
As alegações iniciais da defesa centraram-se nas criticas ao procurador Rosário Teixeira, do DCIAP, "o grande mentor da acusação", acusando-o de se refugiar em ilusionismos "para fingir que havia indícios" contra Sócrates.
"Há explicações que justificam que se leve a julgamento os arguidos sob pena de haver uma rutura dos cidadãos na Justiça", alegou Rosário Teixeira.
O procurador Rosário Teixeira dedicou muito tempo a tentar desmontar as armadilhas da defesa de Carlos Santos Silva durante o debate instrutório da Operação Marquês.
Nas alegações finais da fase de instrução, Rosário Teixeira disse que o processo teve um juiz natural em 2013, quando começou a investigação.