A Vergonha da Nação
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
"Artificial", já quase concluído, dramatiza a crise interna da OpenAI que levou ao despedimento e regresso do CEO, Altman, em 2023.
Há quase duas décadas que se tenta saber de quantos imóveis o Estado é dono e que valor patrimonial têm. Perceber a quem pertencem os terrenos florestais demorará no mínimo outros quatro anos (e é quase certo que o prazo vai derrapar). O Governo - este e muitos outros antes - quer reformar um País que não conhece
Desde um pacote laboral antiquado até à Prestação Social Única, este será um dos Governos mais ideológico desde o PREC. Infelizmente, à ideologia, soma-se a incompetência.
É uma seleção com experiência, a jogar à defesa e "de grande impacto físico", aponta o treinador Luís Norton de Matos. Já o antigo guarda-redes Beto destaca que há sempre "anarquia" nas equipas africanas. Um retrato do Congo, o primeiro adversário de Portugal no Mundial 2026.
Disponível na Netflix, a série britânica criada por Ronan Bennett acompanha a vida em Summerhouse, entre crime, sobrevivência e desigualdade no leste de Londres.
"Temos uma adesão de 80% à greve", disse o Sindicato de Professores, de Técnicos Superiores, de Assistentes Técnicos e Operacionais.
Segundo dados apurados pela plataforma cívica da metaPROF.
Solteiros lideram, mulheres são quase metade, Sintra à frente. Um retrato atual do crédito consolidado em 2026.
O novo livro de Carlos Rayo, que chegou em maio às livrarias, revela uma personagem peculiar: Naty Colete, uma advogada que se vê numa encruzilhada em Nisa, no Alentejo.
Dados divulgados pela Pordata revelam que as crianças portuguesas estão entre as que passam mais tempo em estabelecimentos de ensino na União Europeia. Para o professor de filosofia no ensino secundário, David Erlich, o número de horas é importante, mas a qualidade do tempo também é relevante.
Há 100 anos, Portugal não sabia punir os poderosos. Continua a não saber.
O misto de cegueira voluntária e indiferença estudada, quando não cúmplice, face a tamanha coleção de operações já não é um detalhe, corrói a forma como se olha para o poder, e não apenas o autárquico, mas o nacional, aquele que só consegue balbuciar “não é connosco”. É – e cada vez é mais.
Retrato da Pordata revela que proporção de crianças com menos de 10 anos diminuiu drasticamente desde 1975. País tem agora a quarta menor proporção toda a UE. Apenas quatro municípios portugueses registaram um acréscimo na proporção de crianças.
Dados revelam que Portugal é um dos países da União Europeia (UE) onde as crianças passam mais tempo na escola.
No teatro encontrou um lugar no qual pôde existir e olhar para si mesma. Hoje, a atriz fala da identidade, da maternidade e da criação como formas de resistência.