Enquanto a Europa regula, a China conquista o futuro
O modelo económico que sustentou o crescimento chinês (baseado em mão de obra abundante, exportações e investimento em infraestruturas) está esgotado.
O modelo económico que sustentou o crescimento chinês (baseado em mão de obra abundante, exportações e investimento em infraestruturas) está esgotado.
... mas não vai fazer grandes festas por respeito às tragédias que afetaram o país. O sucessor de D. Duarte Pio, pretendente ao trono de Portugal, é apaixonado pelo mar, pratica vela, surf e mergulho e não tem namorada.
Joana Ricarte, especialista em relações internacionais e política do Médio Oriente, não acredita que o Irão possa arrastar os países europeus para este conflito. Mas tudo pode mudar se o governo de Mojtaba Khamenei for colocado numa posição em que perceba que não vai sobreviver.
Harry e Meghan pensam na decoração da casa de Melides, já a infanta Sofia de Espanha instala-se em Benfica e a princesa brasileira Maria Gabriela trabalha na Avenida da Liberdade – mesmo que já tenha escorregado na calçada. Veja o vídeo.
O presidente dos Estados Unidos pede aos aliados navios de guerra no estreito, ameaça o futuro da NATO, mas todos lhe respondem “não”. O politólogo José Filipe Pinto explica que tudo passa por uma questão de direito.
Paradeiro de Mojtaba Khamenei é desconhecido e isso deve-se a dois fatores: o facto de ter a cabeça a prémio e de ter sofrido ferimentos durante esta guerra no Irão.
Especialistas ouvidos pela SÁBADO garantem que o objetivo por detrás da escolha de Mojtaba para líder supremo do Irão é dar "continuidade ao regime”. Filho do aiatola, que morreu nos ataques dos EUA, era um dos candidatos com menos experiência.
O ano de 2026, que só leva 2 meses e uns dias, é já uma eternidade em termos geopolíticos e a UE não parece estar a passar no exame que tem pela frente para se afirmar como um ator global estratégico.
Confundir a utilização de uma base para fins logísticos com um envolvimento militar direto constitui um erro frequente no debate público.
A invasão de Putin está longe de parar: o presidente da Rússia não quer "só o Donbass". Quer toda a Ucrânia. Faz da agressão sobre Kiev, em capa de expansão neoimperialista, a sobrevivência do seu modo de liderar. Recuar seria admitir o erro. E, no Kremlin, o poder afirma-se de forma vertical. Sem hesitações. A sangue frio, para que eventuais críticos ou opositores não acreditem em alternativas. Não percebermos isso é não percebermos nada.
País é o maior importador mundial de petróleo e adquiriu em 2024 cerca de 560 milhões de toneladas de crude no exterior.
País diz tratar-se de “um atropelo dos objetivos e princípios da Carta das Nações Unidas e das normas fundamentais das relações internacionais”.
Trump faz o que quer e a Europa é a primeira a deixar que assim seja.
António Guterres, secretário-geral da ONU, alertou que o futuro da humanidade não pode ser deixado ao sabor dos "caprichos de alguns multimilionários".
Faltam quase três anos para as próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas já começa ram as movimentações para saber quem vai correr contra os trumpistas.
O avanço simultâneo de anexações encapotadas e de intervenções militares unilaterais faz de “It’s the End of the World as We Know It” uma descrição amarga de uma ordem internacional que se desfaz e cede, pouco a pouco, à lei do mais forte.