Luís Neves
A nomeação do ex-diretor-nacional da PJ para ministro da Administração Interna é uma grande carta de Montenegro, mas levanta muitas questões sérias.
A nomeação do ex-diretor-nacional da PJ para ministro da Administração Interna é uma grande carta de Montenegro, mas levanta muitas questões sérias.
Presidente da República já tinha lançado desafio na cerimónia de aniversário da PJ, em outubro. Sucessão na PJ será "prata da casa".
"Infelizmente, neste ano e no ano transato, têm sido [conhecidas] situações muito graves de condutas impróprias nas forças de segurança", reconheceu Pedro Figueiredo.
O futuro ministro manifestou no passado que ser polícia é "uma missão nobre", considerando que "não é possível continuar a ter salários tão baixos porque não é atrativo".
Desmantelou a ETA em Portugal, coordenou uma das maiores operações de sempre da PJ e foi defendido pela esquerda em matérias de migração.
Os elogios ao trabalho enquanto diretor da PJ são quase unânimes, mas há críticas e advertências e até silêncios, incluindo dos partidos do Governo.
Presidente da associação disse ter ficado "surpreso" com a nomeação do Diretor da PJ para o cargo de ministro.
Diretor da PJ vai substituir Maria Lúcia Amaral que se demitiu depois da onda de críticas à forma como atuou e geriu a resposta à depressão Kristin.
A ministra defendeu que "é preciso ter mais atenção, cuidado e exigência nas escolas", na avaliação inicial que se faz aos novos candidatos.
Autoridades mantêm ação de fiscalização até ao próximo domingo.
Comparando com dezembro do ano anterior, o número de acidentes reduziu-se em cerca de 5%,
Autoridades detiveram 433 pessoas por conduzirem sob o efeito de álcool.
PSP e Gnr contabilizaram 2.167 acidentes, com 630 feridos.
A operação de Natal dura entre 18 e 26 de dezembro e a de Ano Novo ocorre entre 27 de dezembro e 4 de janeiro.
As duas operações vão decorrer em duas fases: Natal, entre 18 e 26 de dezembro, e Ano Novo, entre 27 de dezembro e 4 de janeiro.
Apenas três suspeitos ficam em prisão preventiva. PSP e GNR saem em liberdade