A teia de corrupção espanhola
Em oito anos de governação, o círculo pessoal de Pedro Sánchez deixou um rasto de processos judiciais. Na lista há espaço para familiares e líderes do PSOE.
Em oito anos de governação, o círculo pessoal de Pedro Sánchez deixou um rasto de processos judiciais. Na lista há espaço para familiares e líderes do PSOE.
Sérgio Cintra e Carla Madeira foram constituídos arguidos. Ao Observador, o vereador na Câmara Municipal de Lisboa disse desconhecer o teor das suspeitas que motivaram a sua constituição como arguido.
Entre os detidos encontra-se o assessor do secretário-geral do PS.
Emílio Vasquez Blanco tem fortes ligações ao PS.
A diferença nunca esteve nos princípios. Esteve apenas no clube. Pedro Sánchez foi tratado durante anos como o zénite moral da esquerda que ignorou a forma como ele vendeu os mais basilares princípios do unionismo espanhol para se manter no poder.
Operação está relacionada com o caso SEPI, um esquema de corrupção que envolve um ex-membro do partido.
A terceira força mais votada foi o Vox, de extrema-direita, com 13,8%, um resultado semelhante ao de há quatro anos, mas com o qual elegeu mais um deputado, passando a ter 15 no parlamento andaluz.
O alegado enorme estadista, que continua a ser elogiado na esquerda lusa, tem currículo mas sobretudo um cadastro que, visto do País que está a julgar José Sócrates, deveria condená-lo a, no mínimo, uma distância política higiénica.
Após dois anos de investigação, o juiz de instrução Juan Carlos Peinado processou Begoña Gómez, casada com Pedro Sánchez, por tráfico de influências, corrupção nos negócios, desvio de fundos públicos e apropriação indevida.
Partidos defendem em Ibiza a troca de campos de betão por zonas mais frescas, com vegetação e sombras naturais, bem como "espaços de jogos mistos".
A terceira força mais votada foi o Vox, de extrema-direita, com 17% dos votos e 11 deputados, nos dois casos mais do dobro da votação que teve em 2023 (8,13%) e dos eleitos há dois anos (cinco).
Estas eleições são especialmente importantes porque a Estremadura foi, durante muitos anos, um importante bastião do PSOE, mas desde 2023 encontra-se nas mãos do Partido Popular.
Substituiu José Eduardo Moniz, zangou-se com a Prisa e fez diplomacia ao almoço para reter o comentador Marcelo Rebelo de Sousa. Pré-publicação de "Porque sou um liberal", de João Cotrim Figueiredo.
Agora que temos um ministro desse governo a Governador do Banco de Portugal há muito para perguntar, embora eu duvide de que haja resposta.
Um crime violento contra um idoso foi o rastilho para grupos extremistas apelarem a agressões contra imigrantes. “O Vox alimentou o conflito em Torre Pacheco com a sua retórica”, considera Miguel González, do El País, à SÁBADO.