O que muda na nova Lei da Nacionalidade aprovada pelo Parlamento
Diploma segue agora para Belém para ser avaliado pelo novo Presidente da República.
Diploma segue agora para Belém para ser avaliado pelo novo Presidente da República.
PSD e Chega anunciaram ter chegado a um acordo quanto a este diploma e outro que altera a lei da nacionalidade.
Para serem aprovados, os dois diplomas precisam do voto favorável de 116 deputados: ou seja, além dos partidos que suportam o Governo, PSD e CDS-PP, ou o Chega ou o PS terão de votar a favor, não sendo suficiente a abstenção.
A nova proposta do PSD mantém a perda de nacionalidade, mas reduz o leque de crimes que podem levar a esta pena.
André Ventura diz que o partido vai avançar com "propostas próprias e autónomas" sobre o tema.
Esta terça-feira decorreu mais uma reunião no Ministério do Trabalho, em Lisboa.
Armindo Monteiro espera concluir "este processo hoje" e disse que "assim que terminar este processo" a confederação vai propor "um plano" de rendimentos para aumentar os salários.
O Executivo tem tido várias reuniões técnicas com as quatro confederações patronais (CIP, CCP, CTP e CAP) e a UGT para negociar as mais de 100 alterações à lei laboral.
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
Manuel Castro Almeida explica que "se não há acordo não é por falta de vontade" do Executivo.
Perante as críticas da CGTP e da UGT, o executivo entregou à UGT uma nova proposta com algumas cedências e novas medidas, mas reiterou que não está disponível para retirar toda a iniciativa, nem para deixar cair as traves mestras das alterações anunciadas.
Iniciativa integra-se na manifestação nacional convocada pela central sindical CGTP.
Este programa foi anunciado na semana passada por Luís Montenegro, na sequência das consequências das depressões que causaram 18 mortes em Portugal e muitas centenas de feridos e desalojados.
Na quarta-feira, a ministra do Trabalho tinha convocado a UGT e as confederações patronais para uma reunião, mas o encontro acabou por ser realizado sem a presença de representantes sindicais.
Medida foi aprovada com os votos contra do PS, a abstenção do Chega e do Livre e os votos a favor do PSD, Iniciativa Liberal e CDS-PP.
Reunião está agendada para as 15:00 no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em Lisboa