China e Estados Unidos iniciam discussões comerciais na Coreia do Sul
A presença do vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng e do secretário norte-americano do Tesouro Scott Bessent foi confirmada na Coreia do Sul.
A presença do vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng e do secretário norte-americano do Tesouro Scott Bessent foi confirmada na Coreia do Sul.
Num sinal da importância do que está em jogo, os dois países enviaram "pesos pesados" para o encontro na Suíça: o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, o representante do Comércio dos EUA, Jamieson Greer, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng.
Este incidente ocorreu quando ainda não tinham passado 24 horas de ter cometido outro deslize. Na noite de terça-feira Joe Biden referiu que o primeiro-ministro chinês era o seu novo melhor amigo quando queria fazer uma referência a Narendra Modi, primeiro-ministro indiano.
O secretário do partido no município de Xangai, o chefe do órgão consultivo do partido e o presidente da Assembleia Nacional Popular vão ser igualmente afastados.
Tenista chinesa desapareceu a 2 de novembro depois de ter acusado o vice-primeiro ministro chinês de abuso sexual. Qualquer referência à tenista ou ao caso continua proibida nas redes sociais da China.
Vice-primeiro-ministro chinês e principal negociador do país, Liu He, falou com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, e com o Representante do Comércio, Robert Lighthizer.
O presidente dos EUA disse que foi alcançado um acordo parcial. Este entendimento levou Washington a decidir não avançar com novas tarifas na próxima semana.
Li Peng, que liderou a "ala dura" do Governo durante os protestos de Tiananmen, em 1989, morreu na noite de segunda-feira de doença não especificada.
O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, disse hoje que o país vai adotar "medidas fortes" para contrariar o abrandamento económico, sugerindo reformas orientadas para o mercado, em detrimento de mais crédito e gastos públicos deficitários.
As bolsas dos Estados Unidos abriram em alta na última sessão da semana, antes da reunião entre o presidente Donald Trump e o vice-primeiro-ministro chinês, em Washington.
No dia em que se encontra com o vice-primeiro-ministro chinês Liu He, o presidente dos Estados Unidos avisou que não será fechado nenhum acordo comercial com a China sem que antes se reúna com o presidente Xi Jinping a fim de superar os principais obstáculos negociais.
A segunda ronda de negociações com vista a terminar com o conflito bilateral terá lugar em Washington dias 30 e 31, num encontro entre as delegações lideradas pelo vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, e pelo representante comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer.
Os principais índices bolsistas do outro lado do Atlântico abriram em alta, continuando a negociar em zona de máximos históricos.
O Dow Jones e o S&P 500 atingiram máximos de sempre, sustentados pela diminuição de receios em torno das tensões comerciais.
As bolsas do outro lado do Atlântico negociaram em terreno misto, com a banca a sustentar o Dow Jones e o S&P 500 e as tecnologias a pressionarem o Nasdaq.
As bolsas mundiais negoceiam com oscilações pouco expressivas, numa sessão morna na Europa e nos EUA. Mas nos outros mercados, os activos estão a mexer de forma mais acentuada. Os juros da dívida soberana de Itália seguem em alta com as pressões políticas no país em torno do novo orçamento, ao passo que o petróleo avança depois de uma nova queda das reservas desta matéria-prima nos EUA. Também o cobre segue em alta, animado pelo optimismo em torno do crescimento chinês.