Biblioteca António Lobo Antunes vai abrir este ano em Lisboa. Atrasou dois anos
A promessa é feita por Carlos Moedas que, em 2022, tinha dito que a biblioteca deveria estar pronta em 2024.
A promessa é feita por Carlos Moedas que, em 2022, tinha dito que a biblioteca deveria estar pronta em 2024.
Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.
O escritor António Lobo Antunes, um dos maiores nomes da literatura portuguesa desde a segunda metade do século XX, morreu esta quinta-feira aos 83 anos.
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa garante não ter "dúvidas de que Lobo Antunes faz hoje parte da rara aristocracia da literatura mundial, onde estão os grandes mestres".
Alberto Santos salientou que "é um legado que se perde hoje com a sua partida, mas por outro lado também [há] que olhar para aquilo que ele deixou, nomeadamente para todo o seu edifício literário".
Custou cerca de 76 milhões de euros e entrou em circulação a 28 de fevereiro deste ano. Economista crítica inoperância do transporte, o ex-presidente da câmara do Porto fala em "melhor dos dois mundos".
Presidente dos EUA criticou Keir Starmer e ainda considerou que o presidente da câmara de Londres "é terrvel".
O presidente da câmara de Milão, Beppe Sala, classificou como “uma tragédia” o descarrilamento de um elétrico que provocou pelo menos dois mortos e mais de 30 feridos, esta sexta-feira, na cidade italiana.
Sublinhando que não é "candidato a coisa nenhuma", Passos Coelho diz-se "satisfeito" que as suas palavras sejam "um incentivo" para a mudança.
Ana Abrunhosa foi com a lição bem estudada. Surgiu com o colete da proteção civil, sublinhando visualmente o contexto que justificava a oportunidade: as cheias que devastaram a zona centro do país. Foi uma escolha cénica eficaz.
José Manuel Fernandes declarou património superior a €1,4 milhões, mas pediu ajuda ao Estado para pagar a renda. Juntou ao salário (€7.190) um subsídio de reintegração profissional (€4.065) e um subsídio de alojamento (€725) para o ajudar a viver em Lisboa (cidade onde tem duas casas a arrendar)
Autarca recolheu amplos elogios pela gestão das cheias em Coimbra, mas enfrenta agora críticas na sequência de uma discussão acesa com o ministro da Agricultura.
Desde que tomou posse, o ministro tem acumulado episódios que revelam uma dificuldade recorrente em separar convicção pessoal de responsabilidade institucional. O exemplo mais mediático terá sido a afirmação de que “a longevidade é maior onde se bebe tinto verde”.
Em resposta, Inês de Medeiros garante que nunca fugiu às suas responsabilidades e acrescenta: "Confesso que nunca tinha visto um presidente de uma instituição a questionar porque é que uma câmara não toma posse administrativa dos nossos terrenos. É uma originalidade que confesso que não conhecia".
Vereador do Livre disse que as recentes tempestades, nomeadamente as depressões Kristin e Leonardo se inserem "numa tendência crescente" de fenómenos climáticos extremos, em que se incluem também as cheias de dezembro de 2022 na cidade de Lisboa.