EUA consideram "superficiais" as reformas anunciadas por Cuba
As medidas dizem respeito à organização das empresas privadas e estatais, bancos, turismo, agricultura, investimentos estrangeiros, impostos, salários e mercado cambial.
As medidas dizem respeito à organização das empresas privadas e estatais, bancos, turismo, agricultura, investimentos estrangeiros, impostos, salários e mercado cambial.
Proíbem transações financeiras e comerciais com as pessoas e entidades designadas, cujos bens sob jurisdição dos Estados Unidos ficam congelados.
Cuba recebeu na semana passada as primeiras 15 mil toneladas de arroz, de um novo donativo de 60 mil toneladas no total, entregue por Pequim como assistência alimentar de emergência perante a grave crise económica na ilha.
Chefe da diplomacia cubana, Bruno Rodríguez, esteve reunido com António Guterres.
O republicano elogiou o papel do chefe da diplomacia norte-americana, o secretário de Estado Marco Rubio, de ascendência cubana, quando questionado sobre as ações de Washington em relação à ilha.
Ratcliffe deslocou-se à capital cubana Havana para manter conversações diretas com funcionários do Ministério do Interior e responsáveis pelos serviços de informação da ilha.
As provas apresentadas pela delegação cubana "demonstram categoricamente que a ilha não representa qualquer ameaça à segurança nacional dos EUA".
Desde janeiro que Washington pressiona Cuba para abrir significativamente a economia e reformar o seu sistema político, aplicando novas sanções e fazendo até ameaças de intervenção militar.
Trump referiu-se à possibilidade de os Estados Unidos “assumirem o controlo” de Cuba num futuro próximo, chegando mesmo a sugerir uma hipotética intervenção militar após o fim de uma ofensiva contra o Irão.
O ministro da Energia russo referiu que a decisão foi tomada após uma reunião realizada em São Petersburgo com representantes cubanos.
As tensões entre os Estados Unidos e Cuba intensificaram-se este ano, após a captura e a detenção do anterior Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em janeiro deste ano, por parte das forças norte-americanas, num ataque em Caracas.
Estes comentários surgem apenas um dia depois do Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, ter criticado Washington por ameaçar "quase diariamente derrubar" o Governo da ilha e pretender "apropriar-se do país".
Presidente cubano afirmou que os Estados Unidos utilizam o "pretexto" da "economia enfraquecida" de Cuba para demonstrar interesse em "apropriar-se do país".
Presidente americano considera Cuba "uma nação muito enfraquecida neste momento". Negociadores dos EUA já terão pedido que o Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, abdicasse do cargo.
Ministro do Interior venezuelano, Diosdado Cabello explica que há também uma centena de feridos.
O número é avançado pelo presidente de Cuba, que declarou dois dias de luto nacional.