Gavin Newsom, o democrata que quer fazer frente a Trump
Faltam quase três anos para as próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas já começa ram as movimentações para saber quem vai correr contra os trumpistas.
Faltam quase três anos para as próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas já começa ram as movimentações para saber quem vai correr contra os trumpistas.
Várias sondagens mostram Harris à frente entre os potenciais candidatos às primárias democratas, nomeadamente do governador da Califórnia, Gavin Newsom.
Trata-se de um sinal de melhoria das relações entre os dois países.
Estão marcadas para 2028 e muito pode mudar em mais de dois anos. Mas já se alinham preferências.
Harris considerou que "possivelmente" um dia seria presidente, mas ainda não tomou uma decisão.
Os filhos e netos dos derrotados em 28 de setembro de 1974 e no 11 de março de 1975, estão aí em força e com desejos de vingança. E há demasiada gente que não consegue compreender que assim é, ou sequer perceber que esse problema existe.
O polémico Elon Musk vai deixar a administração Trump para se dedicar aos negócios, sobretudo à Tesla que atravessa a pior crise de sempre. "A política é um desporto sangrento. Se pudessem carregar num botão para me matar, não tenho dúvida de que o fariam", disse numa entrevista.
"Ainda Estou Aqui" superou "Emilia Pérez" e venceu Melhor Filme Internacional, "Anora" superou quase tudo e Adrien Brody e Mikey Madison brilharam. Pouco Trump, alguma Palestina. O resumo da noite.
A sua newsletter de segunda-feira
Estados Unidos e China estão na dianteira da investigação a esta tecnologia, enquanto a UE continua a marcar passo. Mas surgem agora oportunidades para a Europa chegar à frente.
Dados indicam que durante os mandatos dos dois democratas foram executadas mais deportações e expulsões de imigrantes ilegais dos EUA do que no primeiro mandato do republicano, apesar das promessas deste último.
"O Presidente Biden expressou confiança de que a aliança continuará a ser o pilar da paz e da prosperidade na região Indo-Pacífico durante o mandato do presidente interino Han", informou a Casa Branca.
O bilionário eleito para um segundo mandato presidencial foi a figura escolhida pela publicação norte-americana. Em destaque o "renascimento político sem paralelo" de Trump. Em 2016, na sua primeira eleição também foi escolhido como pessoa do ano.
Além dos limites do Acordo de Paris, será ainda discutido o financiamento destinado aos países em desenvolvimento.