Begoña Gómez, mulher de Pedro Sánchez, vai a julgamento
Um juiz retirou o passaporte a Begoña Gómez e proíbe-a de sair de Espanha.
Um juiz retirou o passaporte a Begoña Gómez e proíbe-a de sair de Espanha.
Desde autarquias, passando por sedes partidárias e a governos, há cada vez mais operações de buscas em centros de decisão política, com particular enfoque em autarquias. Mas os processos continuam a arrastar-se na justiça.
Entre os detidos encontra-se o assessor do secretário-geral do PS.
O mais relevante, porém, não é apenas o caso concreto. O mais relevante é a sensação de repetição. Porque Portugal já viu este filme, e viu-o precisamente em Lisboa.
Empresa de Duarte Moral, ex-assessor de António Costa, recebeu em 2025 adjudicação da junta da Misericórdia (PS) e teve como concorrência a empresa da mulher.
Operação está relacionada com o caso SEPI, um esquema de corrupção que envolve um ex-membro do partido.
Os números são conhecidos numa altura em que 24 polícias da PSP foram detidos, 15 dos quais esta semana, por suspeitas de estarem envolvidos no caso de alegadas torturas e violações a pessoas vulneráveis.
Dos 478 processos criminais comunicados em 2025 por tribunais e MP ao organismo de combate à corrupção 386 (80,8%) terminaram em arquivamento.
Durante o processo, o antigo presidente da Câmara da Covilhã foi afastado da vice-presidência do partido Aliança.
A PJ deteve cinco pessoas numa operação contra o tráfico de substâncias proibidas, tendo feito buscas no HFAR, na prisão da Carregueira e em vários domicílios.
Mulher de Pedro Sánchez manteve sempre um perfil discreto até se saber, em 2014, que o pai detinha "saunas sexuais". Agora, há um novo escândalo em que é visada: foi indiciada pela prática de quatro crimes que incluem alegados favorecimentos a empresas pertencentes ao seu círculo.
SÁBADO pediu acesso ao inquérito interno, que acabou arquivado.
Pelo menos para já, e que se saiba. Quando era autarca em Cascais, o atual ministro teve 545 refeições “de trabalho” com jornalistas e políticos pagas pela câmara, mas a investigação só foi em Oeiras e a Isaltino Morais
O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, esteve no NOW esta sexta-feira e falou sobre a acusação do Ministério Público de gastar 150 mil euros do município em refeições. Acusou o magistrado de "incompetência" e diz mesmo que inventou "uma história falsa". Outros 22 arguidos foram acusados de peculato e abuso de poder pelo mesmo motivo.
Factos remontam ao mandato 2021-2024, tendo como base o alegado uso pessoal de viaturas da autarquia.
O presidente da Câmara e outros 22 arguidos foram acusados de peculato e abuso de poder por gastos de 150 mil euros em refeições pagas pelo município.