É muito pior do que se temia
A nova lei do Tribunal de Contas não é uma reforma, é mesmo um assalto.
A nova lei do Tribunal de Contas não é uma reforma, é mesmo um assalto.
Na inauguração do Hospital CUF Leiria, Luís Montenegro afirmou que o Governo não irá hesitar na adoção neste modelo "onde se comprovar que a gestão é mais eficaz".
A comunicação oficial do Governo resume a reforma em termos de clarificação jurisdicional, reforço do controlo interno e atualização da responsabilidade financeira, mas não explicita a base factual dessas opções. Não resulta dela, todavia, um processo prévio transparente de consulta institucional publicamente conhecido.
Passos Coelho tem razão nas suas críticas a Montenegro. E mau currículo na mesma matéria.
Ontem foi o PRR. Hoje é o PTRR. Amanhã talvez venha o PRRRR, porque em Portugal a criatividade institucional mede-se pelo número de letras repetidas numa sigla.
O PCP defende (e bem) que não é tolerável que um cidadão que se atrase uns dias no pagamento de uma prestação do IMI seja implacavelmente executado pela Autoridade Tributária, enquanto devedores de milhões, frequentemente empresas, sejam convidados para uma arbitragem à porta fechada.
O presidente da Câmara de Nova Iorque, Zohran Mamdani, anunciou a primeira localização do projeto que envolve um supermercado público por cada distrito da cidade.
CEO da Luz Saúde critica o modelo de governação da saúde pública. Diz que o Estado está a falhar no controlo de dinheiros públicos, pedindo que haja uma verdadeira gestão em que as falhas tenham consequências.
Os governos devem instituir burocracias de inovação, constelações de organizações públicas que criam, fazem, financiam, intermedeiam e regulam inovação, suportando a estabilidade ágil do Estado empreendedor.
Nos anos 40, Manuel Mota montou escritório numa pensão em Luanda e em 1962 já tinha o apoio de Wall Street. António Mota expandiu o negócio criado pelo pai.
O JPP viu as primeiras propostas a serem aprovadas neste OE2026, ainda que apenas em parte, enquanto a Iniciativa Liberal apenas conseguiu validar uma.
Antigos titulares da pasta da Saúde acreditam que a solução não passa pela demissão de Ana Paula Martins, embora também reconheçam que faltam condições para a sua continuidade. "Os partidos estão viciados em fazer da Saúde um território de combate", afirma Adalberto Campos Fernandes.
Governo estima que os imóveis públicos que serão concessionados a entidades privadas venham a colocar 10 mil casas no arrendamento acessível, até ao final de 2035.
O Governo estima, na proposta de Orçamento do Estado entregue esta quinta-feira no Parlamento, que os encargos com o conjunto das parcerias público-privadas (PPP) atinja 1.489 milhões de euros no próximo ano.
Os imóveis incluem terrenos nos concelhos de Lisboa, Amadora, Porto, Almada, Oeiras, Albufeira e Faro.