A Vergonha da Nação
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
Em véspera da cimeira do G7 em França, milhares de pessoas marcharam pelas ruas de Genebra, este domingo, para contestar as políticas das principais potências económicas mundiais. A manifestação reuniu diversos movimentos e organizações, desde ambientalistas e feministas a defensores dos direitos dos palestinianos e da comunicação social independente.
Forças israelitas abriram fogo contra o carro da família na cidade de Hebron, ferindo mortalmente o bebé Sam Fahd Abou Haikal. Israel ocupa a Cisjordânia desde 1967.
O reconhecimento e denúncia de genocídios tornou-se num jogo político cínico, evidente, por exemplo, na esquiva de Israel a reconhecer o genocídio arménio para não prejudicar as relações com Turquia e Azerbaijão, vitais na gestão de interesses na Síria e no confronto com o Irão.
O que Israel está a fazer, negando qualquer aceitação da solução da ONU dos “dois estados”, é incentivar o terrorismo dos colonos, ilegalmente existentes em território da Autoridade Palestiniana, e assim destruir qualquer possibilidade de se viver em grande parte da faixa de Gaza ou no sul do Líbano, pelo arrasar de aldeias e cidades.
O 25 de Abril teve o papel positivo de travar o caminho para o guerrilheirismo que algumas organizações de extrema-esquerda estavam a caminhar nos anos finais da ditadura.
Na segunda-feira passada, as forças armadas israelitas intercetaram, em águas internacionais, 28 embarcações da flotilha Global Sumud que seguia para Gaza com ajuda humanitária. Entre os detidos estão dois médicos portugueses, Beatriz Bartilotti e Gonçalo Reis Dias, do Porto. O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben-Gvir - persona non grata em vários países europeus, defensor da pena de morte em Israel só para palestinianos e da anexação da Cisjordânia.
Além da fragmentação do apoio por parte dos partidos ultraortodoxos, Netanyahu enfrenta acusações de corrupção, é responsável por um crescente isolamento internacional de Israel e por falhas de segurança relacionadas com os ataques de 7 de outubro.
A medida anunciada proíbe não só a importação, mas também o trânsito de mercadorias originárias dos colonatos, devendo as empresas neerlandesas no estrangeiro também cumpri-la.
Centenas de pessoas participaram, este sábado, no funeral de Izz al-Din al-Haddad, líder da ala militar do Hamas morto num ataque israelita na Faixa de Gaza. Israel descreveu Al-Haddad como um dos últimos comandantes seniores do grupo envolvidos no planeamento dos ataques de 7 de outubro de 2023.
Há 26 países em competição.
As autoridades de saúde de Gaza indicaram que quatro palestinianos morreram durante o dia na sequência de "disparos das forças de ocupação" na cidade referida, segundo o jornal Filastin.
A investigação foi publicada na segunda-feira sob a forma de crónica pelo colunista Nicholas Kristof.
Judeus nacionalistas e palestinianos envolveram-se em confrontos, antes da marcha anual do Dia de Jerusalém que ocorre esta quinta-feira.
O texto prevê que a pena capital seja a sanção por defeito se o homicídio for qualificado como ato de terrorismo pela justiça militar israelita.
Os grupos de defesa dos direitos humanos criticaram a medida, alegando que facilita demasiado a imposição da pena de morte e elimina os procedimentos que garantem o direito a um julgamento justo.