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Repórter Sábado: O fantasma das burlas digitais que continua a fazer vítimas

Repórter SÁBADO: O fantasma das burlas digitais que continua a fazer vítimas

As burlas levadas a cabo através das plataformas digitais afetam cada vez mais pessoas. No Repórter SÁBADO deste domingo denunciamos um esquema que já está a ser investigado pela Polícia Judiciária. As vítimas descrevem um padrão semelhante ao modo de atuação do homem que, sempre escondido atrás do ecrã, começa por seduzir com falsas ofertas de emprego, vendas de automóveis e também empréstimos milionários. Depois pressiona para que as transferências bancárias se façam de forma imediata. Já com o dinheiro na mão vai adiando tudo o que prometeu com sucessivas desculpas e justificações sem que nada se concretize. O suspeito, um homem de 33 anos, continua ativo e vive como um fantasma desde que o cerco começou a apertar-se. É uma investigação do Repórter SÁBADO desta noite, da jornalista Ana Leal, para ver às 21h40, no canal NOW.

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O cerco à Constituinte, a 12 de novembro de 1975, interrompeu os trabalhos mas não os travou
Maria Henrique Espada

O dia C da democracia

A Constituinte sobreviveu a um cerco (que Pinheiro de Azevedo alvitrou terminar à bomba), golpes e contra-golpes, a deputados sem salário e a muitos berros de “fascista”. Terminou em júbilo e hino: cumpriu a missão.

Um roteiro atribulado

A viagem ao Gerês que fez um jornalista estrear-se com a câmara de um fotógrafo; a jornalista que foi à Feira da Ladra interromper negócios ilegais; e as apostas do vereador Bruno Mascarenhas sobre as fontes jornalísticas

Luanda, 1975:  a cidade fervilha com a independência iminente de Angola. E o dia decisivo seria tenso
António Luís Marinho

Angola 1975: crónica do nascimento de uma nação

A guerrilha urbana, a espera ansiosa, o cerco a Luanda, as filas para a comida e para fugir, e a decisão de não sair. Há 50 anos nasceu a República Popular de Angola. 30 mil portugueses ficaram.

O duque de York nas corridas de cavalos de Ascot, em 2019, ainda com motivos para sorrir
Luís Francisco

André, o príncipe desencantado

Há centenas de anos que a casa real britânica e o parlamento respeitam uma discreta distância dos assuntos um do outro, mas agora isso pode mudar, por causa das ligações do irmão do rei, a Jeffrey Epstein.

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