Eleições antecipadas no Reino da Dinamarca: Frederiksen testa força nas urnas
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
Apesar do difícil acesso em áreas remotas e da escassez de pessoal, foram alcançadas melhorias assinaláveis na ilha, que só assumiu a responsabilidade política pelo seu próprio sistema de saúde em 1992.
Mensagem é acompanhada por uma imagem, aparentemente gerada por IA, que mostra o USNS Mercy a navegar em direção a um horizonte de montanhas nevadas.
O avanço simultâneo de anexações encapotadas e de intervenções militares unilaterais faz de “It’s the End of the World as We Know It” uma descrição amarga de uma ordem internacional que se desfaz e cede, pouco a pouco, à lei do mais forte.
Presidente dos EUA tem afirmado a intenção de controlar a ilha, território autónomo da Dinamarca com cerca de 57 mil habitantes.
O guia é o resultado de um ano de trabalho após "uma série de cortes de energia de curta e longa duração" que afetaram a ilha.
"Não é provável que haja um conflito militar", diz o primeiro-ministro da Gronelândia, mas a população tem de estar pronta para tudo, numa altura em que as tensões entre EUA e Europa se adensam. Governo da ilha cria "task force" e pede a cidadãos para criarem reservas de comida.
Os dois grupos aterraram na segunda-feira à noite em Kangerlussuaq (oeste) e na capital, Nuuk, segundo as cadeias de televisão TV2 e DR.
Com as tensões entre Copenhaga e Washington a escalarem, o governo dinamarquês enviou esta segunda-feira mais uma centena de militares para a Gronelândia. Os representantes do país nórdico cancelaram também a presença no Forum Económico Mundial, em Davos.
O presidente do Conselho Europeu diz estar a coordenar uma resposta conjunta dos Estados-membros.
Na nova lista de tarifas estão a Dinamarca, a Noruega, a Suécia, a França, a Alemanha, o Reino Unido, os Países Baixos e a Finlândia.
Jens-Frederik Nielsen fez história em 2025 depois de ter sido eleito o primeiro-ministro mais jovem da Gronelândia, liderando os Democratas. Conseguiu chegar a uma maioria no Parlamento unindo quatro dos cinco partidos.
Exercícios estão relacionados com a ameaça da Rússia.
O secretário-geral da NATO já tinha indicado a necessidade de reforçar a presença aliada na ilha ártica.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, quer tomar a Gronelândia, a bem ou a mal, por considerar que a ilha no Ártico é fundamental para a defesa dos Estados Unidos.
A Gronelândia, uma vasta ilha ártica com uma população de 57.000 habitantes, possui recursos minerais significativos, a maioria dos quais ainda inexplorados, além de uma localização estratégica.