PCP acusa Governo de elitizar o ensino superior e pede revogação do RJIES
A revisão deste regime feita pelo Governo, argumentou, "para além de consagrar todos os aspetos negativos que o RJIES tinha, ainda os vai aprofundar mais".
A revisão deste regime feita pelo Governo, argumentou, "para além de consagrar todos os aspetos negativos que o RJIES tinha, ainda os vai aprofundar mais".
Responsabilizando o primeiro-ministro por esta situação, Rui Rocha reiterou a "visão estrutural" que o partido tem para a saúde e recordou a proposta de uma nova Lei de Bases da Saúde recentemente discutida no parlamento, considerando que este problema já não se soluciona "com remendos".
"Estou seriamente preocupado", admitiu Fernando Araújo, comentando o apelo partilhado por muitos médicos nas redes sociais para recusar cumprir, a partir de outubro, mais do que as 150 horas extraordinárias anuais que são obrigatórias.
No Algarve, gozou com uma administração hospitalar, consigo próprio e com tudo. Vai lançar uma Lei de Bases da Saúde e propor um novo círculo eleitoral — e deixa condições a Montenegro.
"Como líderes [políticos] devemo-la às nossas populações, ao resto do mundo e às gerações futuras", frisou o primeiro-ministro na sua intervenção na COP27.
A carreira médica não é revista há 13 anos, frisa Miguel Guimarães.
A pandemia serviu de pretexto para justificar muitos males, mas já chega de desculpas. Até porque, no País onde nos habituamos a que tudo se resolve com uns pedidos de demissão, é bom recordar que raramente se substitui um ministro para encontrar um melhor.
A ministra recusou-se a "explorar óbitos e sofrimento" e garantiu que problemas das últimas semanas não tinham ainda sido resolvidos devido à pandemia e à queda do Governo.
Marcelo Rebelo de Sousa trava já a ideia de que António Costa pode sair para um cargo europeu a meio do mandato, avisando-o de que terá de cumprir o mandato. "É o preço das grandes vitórias", disse, apresentando caderno de encargos presidencial ao Governo.
Depois da reunião com o Presidente da República, o líder da IL anunciou também a vontade de rever o sistema eleitoral e que irá promover a discussão de uma nova lei de bases para a saúde.
"Portugal precisa absolutamente de crescer e é por isso que nós pomos esta prioridade como a prioridade política máxima do nosso programa", frisou Cotrim de Figueiredo na apresentação do programa da IL.
Proposta foi feita na discussão pública sobre o Estatuto do SNS, que agora termina. Investigadores propuseram fim das ARS. E há mais ideias para pôr fim à "cebola burocrática".
Em termos de acréscimo remuneratório e de horários, será desenvolvida uma negociação com os sindicatos.
Governo passou ainda uma proposta de alteração à legislação laboral, que acomoda as prioridades detetadas no âmbito da Agenda do Trabalho Digno.
Desde que "não seja obrigatório", diz Miguel Guimarães, já que isso num sistema que oferece "condições muito más" poderia levar a uma sangria de profissionais.
No livro "O Negócio da Saúde", o médico neurologista expõe a forma como os grupos de saúde privados têm crescido com o mau funcionamento do setor público. À SÁBADO, o também militante do Bloco de Esquerda, fala ainda sobre a promiscuidade entre os dois setores e sobre a escolha deliberada de suborçamentar o SNS.