Sempre que brilha o sol, naquela economia
Num País tão exposto a desastres climáticos, esta é mais uma oportunidade para apreciarmos o valor de ir arrumando as contas públicas em tempo de bonança.
Num País tão exposto a desastres climáticos, esta é mais uma oportunidade para apreciarmos o valor de ir arrumando as contas públicas em tempo de bonança.
Esta manhã o EuroStoxx 600 estava a subir 1,04% para 570,68 pontos.
No próximo ano, Portugal pagará €3 mil milhões aos dois fundos europeus da troika, com quem continua a negociar, com vantagem, os prazos e as taxas.
Da quarta descida consecutiva do IRS à timidez no "imposto mais estúpido do mundo", passando por aumentos salariais - e pelo otimismo na economia. As linhas essenciais da proposta de Orçamento do Estado para 2026, apresentada pelo Governo.
A grande mudança de paradigma na política portuguesa, a favor de contas públicas equilibradas, não acabou com maus hábitos recentes, como vemos este ano.
Desde 21 de janeiro, primeiro dia após tomar posse para o seu segundo mandato como Presidente dos EUA, Donald Trump realizou 690 operações de compra de obrigações.
Peço do petróleo teve subidas superiores a 5%.
O problema crónico das contas públicas não foi tema no debate entre Montenegro e Pedro Nuno. Está a deixar de ser um problema, precisamente na melhor altura.
As tarifas fazem parte do objetivo de enfraquecer o dólar, trazer de volta a indústria e forçar uma aliança que isole a China, eleita como adversário estratégico dos EUA. A tática de coerção arrisca gerar resultados opostos – e minar irreversivelmente a confiança no dólar e na dívida americana.
A newsletter desta sexta-feira
Trump estava pronto para aguentar as quedas em Wall Street se houvesse o comportamento normal nestas alturas: uma fuga para o refúgio dos títulos do Tesouro. Aconteceu o oposto, com muita dívida soberana dos EUA a ser despejada no mercado. O risco de uma crise financeira forçou a mão do presidente dos EUA.
A diminuição da taxa de juro de referência na Zona Euro era já antecipada pelos mercados dado que a inflação aliviou para 2,4% em fevereiro.
Fernando Medina e António Costa contam com a resiliência do emprego - em máximos históricos - para ajudar a pagar as medidas com que esperam alimentar a resiliência do emprego.
A nova série de Certificados de Aforro paga menos 30% do que a antiga e se a Euribor vier a cair o fosso entre as duas séries será ainda maior. Mas, para poupança além do curto prazo, continua a ser melhor do que os depósitos a prazo nos bancos.
O Orçamento da austeridade escondida com o rabo de fora – em pensões, salários, impostos – resulta da opção de Costa e de Medina pela prudência em tempo de risco.
A proposta do Governo tem como pano de fundo o cinto apertado no défice e na dívida, dá prioridade aos mais pobres - e medidas de mitigação da inflação para os restantes, que não impedem perdas reais de rendimentos.