Ministro da Administração Interna elogia escolha do novo diretor da PJ: "Um profissional querido e respeitado"
Luís Neves ocupou o cargo até fevereiro, altura em que integrou o Governo.
Luís Neves ocupou o cargo até fevereiro, altura em que integrou o Governo.
O ex-governador acha que serve mesmo para tudo, de São Bento a Belém, passando por mestre de obras megalomaníacas, e um certo PS também achou, durante bastante tempo.
O atual Diretor da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica sucede a Luís Neves, o atual MAI.
A decisão de Luís Neves foi tomada com base na proposta apresentada pela Inspeção-Geral da Administração Interna.
Luís Neves explica que danos provocados pelas intempéries que ocorreram no país no início do ano também são um fator de risco acrescido para a propagação dos incêndios.
Luís Neves sustentou que o Governo "não aceita ações deste tipo" e "repudia transversalmente todo este tipo de atos".
O suspeito do arremesso é um homem de 39 anos, que não participava no protesto.
O agressor, um homem de 39 anos, atirou um engenho incendiário, que acabou por não deflagar, em direção dos manifestantes da Marcha Pela Vida.
Primeiro-ministro sublinha que, apesar disso, que a PJ "está a funcionar com total regularidade" desde que Luís Neves foi nomeado ministro da Administração Interna.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Luís Neves já esteve reunido com a Associação Sindical a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, que tinha abandonado as negociações com a anterior ministra Maria Lúcia Amaral.
A aquisição das 'tasers' tem como objetivo o "reforço da capacidade preventiva e operacional" da PSP e GNR.
Se gerir a Administração Interna com o ritmo que imprimiu na PJ, os secretários de Estado terão motivos de preocupação. Já acordou um procurador às 3h da manhã e marcava reuniões fora de horas. Mas no último dia chorou.
Na quarta-feira, as autoridades detiveram sete agentes da PSP na sequência da investigação a crimes de tortura grave, violação, agressões e abuso de poder na Esquadra do Rato, em Lisboa.
Passos Coelho tem criticado abertamente a atuação do atual executivo. Montenegro deixou um desafio aberto para quem quiser liderar o PSD.