Ministro da Administração Interna aplaude fim do SEF
Ao contrário do Governo que integra, Luís Neves fez uma avaliação positiva do "rumo desta transferência de competências e meios".
Ao contrário do Governo que integra, Luís Neves fez uma avaliação positiva do "rumo desta transferência de competências e meios".
Luís Neves considera que são necessárias "respostas que recuperem a coesão e a presença" do Estado e "onde ninguém se sinta um intruso".
Deputado do Chega perguntou ao ministro da Administração Interna se os Antifa são considerado um grupo terrorista após afirmar que o suspeito de atirar 'cocktail molotov' na Marcha pela Vida pertencia ao movimento. Luís Neves respondeu que não e diz que a extrema-direita "que tem matado gente ao longo da história" também não o é.
Luís Neves afirmou que será "muito firme" em relação a comportamentos desviantes dos polícias.
Luís Neves deu conta que até 29 de maio terminam o curso quase 600 novos agentes e, no final de dezembro, termina mais outro curso de formação de agentes com cerca de 800 polícias.
Luís Neves considera que a segurança rodoviária "é uma chaga nacional que exige uma resposta de todos".
No cargo há menos de dois meses, o ministro da Administração Interna definiu a sinistralidade rodoviária como uma das batalhas a travar. Além do regresso da Brigada de Trânsito da GNR, Luís Neves promete mais meios, mais radares e menos tolerância.
O império cultural dos mediáticos Obama e a nova série do criador de Big Little Lies.
Sem carro e com nove imóveis, teve ganhos na PJ que beneficiaram do suplemento de missão. Foi para ministro ganhar menos
Luís Neves mostrou-se preocupado perante o aumento da sinistralidade rodoviária.
Luís Neves ocupou o cargo até fevereiro, altura em que integrou o Governo.
O atual Diretor da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica sucede a Luís Neves, o atual MAI.
A decisão de Luís Neves foi tomada com base na proposta apresentada pela Inspeção-Geral da Administração Interna.
Luís Neves explica que danos provocados pelas intempéries que ocorreram no país no início do ano também são um fator de risco acrescido para a propagação dos incêndios.
Luís Neves sustentou que o Governo "não aceita ações deste tipo" e "repudia transversalmente todo este tipo de atos".
Primeiro-ministro sublinha que, apesar disso, que a PJ "está a funcionar com total regularidade" desde que Luís Neves foi nomeado ministro da Administração Interna.