Sábado – Pense por si

Apoiantes de Péter Magyar
Lusa

Hungria: Sociedade civil espera que opositor crie país "mais humano" se vencer

O líder do partido opositor Tisza tem prometido restaurar o Estado de Direito e a independência dos tribunais, exigências de Bruxelas para desbloquear milhares de milhões de euros de fundos europeus retidos por violações ao Estado de Direito e corrupção sistémica do governo de Viktor Orbán (Fidesz), no poder há 16 anos.

A beleza de matar comunistas

Se alguém publicasse um livro, uma peça de teatro, com esta formulação, seria imediatamente acusado de incitamento ao ódio. Já a inversão, “matar fascistas”, encontra, demasiadas vezes, complacência cultural.

4
NOS Primavera Sound dia 3
Safiya Ayoob / Máxima

A noite quase sagrada de Rosalía em Lisboa

Não assistimos apenas a um concerto - entrámos num ritual. Na primeira de duas noites esgotadas em Lisboa, Rosalía juntou flamenco, pop e fado num espetáculo onde tudo - da imagem à música - apontou para uma experiência quase espiritual.

Cuidados intensivos

Números primos

A dependência financeira da União Soviética durante a Guerra Fria e, mais recentemente, do petróleo da Venezuela só serviu para mascarar as ruínas que o regime produziu por sua conta e risco. A revolução falhou para os cubanos. Mas, para os turistas, o regime que interessa é outro – e vem com tudo incluído.

4
O cerco à Constituinte, a 12 de novembro de 1975, interrompeu os trabalhos mas não os travou
Maria Henrique Espada

O dia C da democracia

A Constituinte sobreviveu a um cerco (que Pinheiro de Azevedo alvitrou terminar à bomba), golpes e contra-golpes, a deputados sem salário e a muitos berros de “fascista”. Terminou em júbilo e hino: cumpriu a missão.

"Na pandemia o 'Ensaio sobre a Cegueira' foi um dos livros mais requisitados. Saramago é uma potência absolutamente mundial. Tem de estar sempre"

"Na pandemia o 'Ensaio sobre a Cegueira' foi um dos livros mais requisitados. Saramago é uma potência absolutamente mundial. Tem de estar sempre"

O escritor Gonçalo M. Tavares esteve no NOW e criticou duramente o programa escolar português, que prevê apenas um livro obrigatório por ano, classificando a situação como "absolutamente ridícula". Gonçalo M. Tavares defendeu que a literatura é fundamental para o ensino da língua portuguesa, pois coloca em movimento toda a potência da linguagem, incluindo ambiguidade, ironia e humor. O autor destacou que ensinar gramática sem literatura é "como ensinar a jogar futebol sentados" e disse que os alunos devam ler no mínimo cinco livros por ano, citando exemplos internacionais como França, que recomenda dez livros anuais, e Espanha, com cinco. O escritor defendeu também que José Saramago, "patrimônio mundial", deve continuar obrigatório nas escolas portuguesas e sublinhou ainda é "lido em todo lado".

Por nossas mãos

E agora, PS?

Honrando o compromisso com que abriu o Congresso de ouvir e integrar os contributos das moções, José Luís Carneiro prometeu no seu discurso de encerramento um Partido “reformista”, indo além da defesa do legado para afirmar uma oposição “firme” e com propostas para o país.

Ver-se Grego

Poucos temas têm sido tão maltratados por este jogo de espelhos como a questão da identidade de género.

A Newsletter Na Revista no seu e-mail
Conheça em primeira mão os destaques da revista que irá sair em banca. (Enviada semanalmente)